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Justiça Eleitoral veda entrada de animais de estimação em seções no dia da votação

Regras do Tribunal Superior Eleitoral não preveem a entrada de cães e gatos nas salas de votação, exceto em casos de cão-guia.

Por Redação Diário Local

O eleitor que pretende votar nas eleições de 2026 deve se programar para deixar animais de estimação em casa. As regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não garantem a entrada de cães, gatos ou outros pets nas seções eleitorais.

A ausência de previsão normativa significa que o cidadão não possui o direito de entrar com animais de estimação na sala de votação. A recomendação da Justiça Eleitoral é que o eleitor se organize com antecedência para evitar o risco de ser barrado ou ter que retornar à residência.

Para o dia do pleito, a orientação é deixar o animal sob os cuidados de alguém de confiança. A medida visa garantir a segurança, a higiene do local e evitar possíveis tumultos durante o processo de votação.

Qual é a única exceção permitida?

A única exceção à regra é o cão-guia. Pessoas com deficiência visual têm o direito garantido por lei de entrar e permanecer na seção eleitoral acompanhadas pelo animal.

O direito de acompanhar o cão-guia é uma medida de acessibilidade que busca garantir a autonomia do eleitor no momento do voto. Essa permissão é fundamentada na Lei nº 11.126/2005 e nas resoluções do TSE para o processo eleitoral.

É importante destacar que a permissão não é extensível para outros tipos de animais. A regra não abrange pets de estimação comuns, nem mesmo animais utilizados para suporte emocional.

O que fazer antes de sair para votar?

Além de organizar o cuidado com os animais, o eleitor deve seguir outros procedimentos básicos para o dia da votação. É necessário conferir o local da seção eleitoral por meio do aplicativo e-Título.

Outro passo essencial é separar um documento oficial com foto para identificação. Seguir essas orientações ajuda a evitar contratempos e garante fluidez no dia das eleições.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.