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Eleições

Erro no sistema do TSE faz patrimônio de André Ceciliano parecer R$ 100 milhões maior

Falha de processamento fez empréstimo de R$ 100 mil constar como R$ 100 milhões no sistema da Justiça Eleitoral.

Por Redação Diário Local

Um erro no sistema da Justiça Eleitoral fez o patrimônio do candidato André Ceciliano (PT) constar como R$ 100 milhões maior do que o valor real. A falha ocorreu no processamento de um empréstimo declarado pelo político que disputa uma vaga de deputado estadual.

No sistema de divulgação de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato aparecia, até as 13h deste domingo (09), com um patrimônio de R$ 103 milhões. A divergência aconteceu porque um empréstimo de R$ 100 mil, declarado por Ceciliano, foi registrado pelo tribunal como R$ 100 milhões.

O erro de processamento fez com que o patrimônio do ex-presidente da Assembleia Legislativa (Alerj) parecesse mais de 3.000% maior do que o montante efetivamente declarado. O candidato informou que o valor correto do empréstimo é de apenas R$ 100 mil.

Além do montante referente ao empréstimo, outros bens do político constam na base de dados da Justiça Eleitoral. Segundo os registros oficiais, André Ceciliano declarou a posse de quatro carros e duas casas.

O candidato também registrou a propriedade de um prédio comercial localizado em Paracambi, no Rio de Janeiro. Somado aos imóveis e veículos, o político declarou R$ 380 mil em espécie.

A falha no registro do valor do empréstimo gerou uma inconsistência no sistema de prestação de contas divulgado ao público. A divergência entre o valor declarado e o valor processado pelo tribunal elevou artificialmente a riqueza listada do candidato.

Os dados contidos no portal do TSE para divulgação de informações dos candidatos são atualizados de forma contínua. As informações financeiras e de bens permanecem sujeitas a atualizações durante todo o período eleitoral.

As informações oficiais do tribunal permanecem disponíveis para consulta até o fim do processo de votação. O sistema é utilizado para garantir a transparência sobre a situação patrimonial de cada candidato que concorre ao cargo.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.