Locais de votação no Distrito Federal não mudam para o segundo turno das eleições
Tribunal Regional Eleitoral recomenda consulta antecipada ao endereço e seção eleitoral por meio do aplicativo e-Título ou portal do TSE.
Por Redação Diário Local
Os locais de votação no Distrito Federal permanecem os mesmos para o segundo turno das eleições de 2026, que acontece neste domingo (25). Segundo informações do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), o eleitor deve comparecer aos mesmos endereços utilizados na primeira etapa do pleito, realizada em 4 de outubro.
A única exceção à regra de manutenção dos endereços são os eleitores que solicitaram e tiveram autorização para o voto em trânsito, conforme as normas estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Para os demais cidadãos, não houve necessidade de remanejamento de seções no DF.
Apesar da estabilidade nos endereços no Distrito Federal, o tribunal recomenda que o eleitor consulte antecipadamente o local de votação, a zona e a seção eleitoral. A orientação é especialmente voltada para quem não compareceu à votação do primeiro turno.
A consulta pode ser feita de forma digital por meio do aplicativo e-Título ou pelo serviço de autoatendimento eleitoral disponível no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O objetivo é evitar deslocamentos incorretos no dia da votação.
A votação deste domingo ocorre das 8h às 17h, seguindo o horário de Brasília. No Distrito Federal, o pleito define os ocupantes dos cargos de presidente da República e de governador do DF.
Embora o DF não tenha sofrido alterações, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que houve mudanças em outros estados. Ao todo, 4.352 seções eleitorais tiveram os locais alterados no país devido a reformas de última hora, melhorias em acessibilidade ou danos causados por chuvas.
As alterações representam menos de 1% do total de seções e concentram-se principalmente em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia. Segundo o TSE, as transferências visam garantir condições seguras e adequadas para o exercício do voto.
A Justiça Eleitoral esclareceu que as mudanças não têm o objetivo de confundir o eleitorado, reunir seções por questões econômicas ou favorecer qualquer candidatura. O foco das transferências é estritamente preventivo e logístico.
