Lula e Flávio Bolsonaro aparecem com maior rejeição entre potenciais candidatos à Presidência
Levantamento da Real Time Big Data aponta empate técnico entre os nomes de maior resistência entre os eleitores no país
Por Redação Diário Local
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são os nomes com os maiores índices de rejeição entre os potenciais candidatos à Presidência da República, aponta pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (21).
No levantamento, os participantes foram questionados sobre em quais nomes "não votariam de jeito nenhum". Flávio Bolsonaro lidera o índice de resistência com 50% das citações, enquanto Lula aparece com 48%.
Devido à margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, ambos os nomes encontram-se em situação de empate técnico no quesito rejeição. O resultado mostra que os dois principais polos da disputa nacional concentram a maior resistência do eleitorado.
A rejeição é considerada um indicador relevante em pesquisas eleitorais, pois aponta o limite de crescimento de uma candidatura, especialmente em possíveis cenários de segundo turno.
Quem são os outros nomes com alta rejeição?
Após Flávio Bolsonaro e Lula, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), registra 39% de rejeição. Na sequência, aparecem o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o ex-deputado Cabo Daciolo, ambos com 37%.
Outros nomes com menções negativas significativos são Renan Santos, com 33%, e os nomes de Joaquim Barbosa e Rui Costa Pimenta (PCO), que aparecem empatados com 31% cada. Na faixa intermediária, Leonardo Avalanche soma 30% e Samara Martins registra 29%.
Quem possui o menor índice de rejeição?
O escritor Augusto Cury é o nome com o menor índice de rejeição entre os citados, somando 25%. Na sequência da menor resistência, aparecem Hertz Dias, com 28%, e Edmilson Costa, com 27%.
A pesquisa também indicou que apenas 2% dos entrevistados afirmaram que poderiam votar em todos os nomes apresentados, enquanto outros 2% não souberam responder ou preferiram não opinar.
O levantamento foi realizado entre os dias 18 (sexta-feira) e 20 de julho (domingo), com a participação de 2.000 eleitores entrevistados presencialmente em todo o país. O estudo possui margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi financiada pelo próprio instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05864/2026.
