Margareth Menezes inaugura tombamento da comunidade Tia Eva em Campo Grande nesta segunda-feira (28)
A ministra da Cultura cumpre agenda em Mato Grosso do Sul para o ato de tombamento da comunidade Tia Eva.
Por Redação Diário Local
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, cumpre agenda oficial nesta segunda-feira (28) em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A principal atividade da comitiva é a inauguração do título de tombamento da comunidade Tia Eva, medida que visa preservar o patrimônio cultural da região.
O evento marca o reconhecimento oficial da importância histórica e social da comunidade Tia Eva. Com o tombamento, o local passa a contar com proteções específicas para garantir a manutenção de sua identidade e tradições.
A visita da ministra ao Mato Grosso do Sul integra uma série de compromissos voltados para o fortalecimento das políticas culturais no estado. A agenda foca no reconhecimento de territórios que possuem relevância para a memória coletiva brasileira.
O tombamento é um instrumento de salvaguarda que impede a descaracterização de bens culturais. No caso da comunidade Tia Eva, a medida assegura que as características que a tornam única sejam respeitadas pelo poder público e pela sociedade.
A presença da pasta da Cultura em Campo Grande reforça o diálogo entre o governo federal e as lideranças locais. O objetivo é integrar as manifestações regionais às estratégias nacionais de preservação do patrimônio.
Durante a agenda, são discutidas as necessidades de infraestrutura e fomento para as comunidades que receberam a proteção patrimonial. A medida é vista como um passo fundamental para o desenvolvimento sustentável do setor cultural no estado.
A comunidade Tia Eva agora passa a integrar o rol de bens protegidos, o que pode facilitar o acesso a recursos para manutenção e projetos de preservação. O processo de tombamento é uma etapa técnica que valida a importância do território.
A gestão de Margareth Menezes tem priorizado o reconhecimento de comunidades que representam a diversidade do país. O ato em Campo Grande reflete essa diretriz de descentralização das políticas culturais para o interior do Brasil.
