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Vanderlan Cardoso tem maior patrimônio entre candidatos ao Senado por Goiás em 2026

Vanderlan Cardoso registrou R$ 66,8 milhões, enquanto Guilherme Darques informou não possuir bens a declarar ao TSE.

Por Redação Diário Local

Os 11 candidatos ao Senado pelo estado de Goiás formalizaram o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e apresentaram suas declarações de bens para as eleições de outubro. O maior patrimônio registrado entre os concorrentes é o de Vanderlan Cardoso (PSD), que declarou um total de R$ 66,8 milhões.

De acordo com os dados da Justiça Eleitoral, o grupo de candidatos com as maiores movimentações patrimoniais é encabeçado por Vanderlan Cardoso (PSD), seguido pelo médico e deputado federal Dr. Zacharias Calil (MDB), que registrou R$ 9,5 milhões. A terceira maior declaração pertence a Gracinha Caiado (União Brasil), com R$ 3,9 milhões.

Outros candidatos que apresentaram patrimônios na casa dos milhões são Isaura Lemos (PSB), com R$ 3,75 milhões, e Iure Castro Lemos (PSDB/Cidadania), que informou bens no valor de R$ 3,2 milhões. Gustavo Mendanha (PRD) também registrou uma declaração relevante, somando R$ 2,3 milhões.

Entre os candidatos com patrimônios de valor intermediário estão Oséias Varão (PL), com R$ 1 milhão, e o deputado federal Gustavo Gayer (PL), que declarou R$ 908,5 mil. Cíntia Dias (PSOL/Rede) apresentou uma declaração de bens no valor de R$ 679 mil.

Na extremidade oposta da lista, o candidato Ernesto Roller (PSDB) registrou um patrimônio de R$ 398,8 mil. Já o postulante Guilherme Darques (UP) informou oficialmente ao órgão eleitoral que não possui bens a declarar para o pleito.

Quem são os candidatos com maior patrimônio?

Os maiores patrimônios declarados em Goiás para a disputa ao Senado pertencem a Vanderlan Cardoso (PSD), com R$ 66,8 milhões, seguido por Dr. Zacharias Calil (MDB), com R$ 9,5 milhões, e Gracinha Caiado (União Brasil), com R$ 3,9 milhões.

O levantamento é parte do processo de formalização dos registros de candidatura junto ao Tribunal Superior Eleitoral, que exige a transparência dos valores pertencentes aos políticos antes do início da votação em outubro.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.