Sergio Moro lidera disputa pelo governo do Paraná no primeiro turno, aponta pesquisa
Levantamento da Real Time Big Data mostra senador com 35% dos votos no primeiro turno e liderança nos cenários de segundo turno.
Por Redação Diário Local
O senador Sergio Moro (PL) lidera a disputa pelo governo do Paraná no primeiro turno das eleições, segundo levantamento da Real Time Big Data divulgado nesta segunda-feira (21). O candidato registra 35% das intenções de voto no cenário atual.
Na sequência da disputa, aparecem o senador Sandro Alex (PSD), com 27%, e Requião Filho (PDT), com 22%. A pesquisa ouviu 1.600 eleitores do estado entre os dias 11 e nesta terça-feira (15).
O estudo apresenta margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e um grau de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PR-00532/2026 e foi custeado pela Record TV.
Como seriam os cenários de segundo turno?
Nos cenários de eventual segundo turno em que o nome de Moro é testado, o senador aparece numericamente à frente dos demais concorrentes. No confronto direto contra Requião Filho, a liderança de Moro ocorre fora da margem de erro.
Já no cenário de disputa entre Moro e Sandro Alex, o levantamento indica um empate técnico entre os dois candidatos. Os dados detalhados de cada confronto foram consolidados pela Real Time Big Data para o período eleitoral de 2026.
Quais são os índices de rejeição?
No quesito rejeição, Requião Filho é o candidato mais rejeitado entre os entrevistados, com 42% dos eleitores afirmando que não votariam nele. O senador Moro aparece logo em seguida, com 39% de rejeição.
Como está a avaliação do governo estadual?
O levantamento também mediu a opinião da população sobre a gestão do atual governador Ratinho Jr. (PSD). O trabalho do atual gestor possui 80% de aprovação entre os eleitores paranaenses, enquanto 18% declararam desaprovação.
Ao detalhar o desempenho do governo, 59% dos consultados classificaram a gestão como "ótima" ou "boa". Outros 30% consideram o trabalho como "regular" e 11% avaliaram o governo como "ruim" ou "péssimo".
