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Eleições

Dr Furlan lidera pesquisa para o governo do Amapá com 53% dos votos na modalidade estimulada

Levantamento da Quaest mostra Dr Furlan com 53% e Clécio com 40% na disputa estimulada pelo governo.

Por Redação Diário Local

O candidato Dr Furlan (PSD) lidera a disputa pelo governo do Amapá com 53% das intenções de voto na pesquisa estimulada divulgada nesta quinta-feira (24). Na mesma modalidade, Clécio (União Brasil) aparece com 40%.

O levantamento da Quaest também registrou 1% para Jairo Palheta (PCO), 1% para Carlos Cley (PSTU) e 1% para Delegado Marcos (DC). O percentual de votos brancos, nulos ou de pessoas que não pretendem votar é de 2%, enquanto 2% dos entrevistados se declararam indecisos.

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores, Dr Furlan registra 51% e Clécio Luís tem 28%. Jairo Palheta soma 1%, enquanto Carlos Cley e Delegado Marcos aparecem com 0%. O índice de indecisos nesse formato é de 18%.

Cenários de segundo turno e rejeição

Em uma simulação de segundo turno apresentada pela pesquisa, Dr Furlan alcançaria 54% dos votos, contra 39% de Clécio. Os demais percentuais dividem-se entre em branco/nulo (3%) e indecisos (4%).

Sobre a rejeição, a Quaest consultou os eleitores sobre o conhecimento e a intenção de voto. Clécio Luís (União Brasil) e Dr Furlan (PSD) figuram como os candidatos com maiores índices de pessoas que os conhecem, mas não votariam neles. Clécio registrou 48% de rejeição, enquanto Dr Furlan teve 24%.

Outros nomes também foram consultados: Carlos Cley (PSTU) tem 12% de rejeição, Delegado Marcos (DC) apresenta 13% e Jairo Palheta (PCO) registra 19% de pessoas que o conhecem e não votariam.

Principais problemas e avaliação do governo

Quando questionados sobre o maior problema enfrentado no Amapá, 39% dos entrevistados apontaram a saúde. O desemprego foi citado por 11%, seguido por infraestrutura (9%), violência (8%), corrupção (7%) e educação (5%).

A avaliação do atual governo é positiva para 56% dos ouvidos, enquanto 37% desaprovam a gestão. No que diz respeito à avaliação geral, 44% consideram o governo positivo, 33% regular e 20% negativo.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.