Diário Local
Saúde

Região de Pouso Alegre registra 23 casos de meningite meningocócica entre 2025 e 2026

Levantamento da Secretaria de Estado de Saúde mostra que Pouso Alegre e Extrema concentram o maior número de notificações de meningite meningocócica.

Por Redação Diário Local

A região de saúde de Pouso Alegre registrou 23 notificações de meningite meningocócica entre 2025 e o dia nesta sexta-feira (23). Os números foram divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).

De acordo com o levantamento da SES-MG, o total de casos foi dividido entre 13 notificações ocorridas em 2025 e 10 registros contabilizados em 2026. O monitoramento é específico para a meningite meningocócica, não incluindo outros tipos de meningite, como as virais, fúngicas ou causadas por outros agentes bacterianos.

O município de Pouso Alegre concentra o maior número de ocorrências no período, com oito notificações no total. O histórico local aponta cinco registros em 2025 e três no decorrer de 2026.

Extrema ocupa a segunda posição no ranking regional, com cinco notificações registradas. O levantamento aponta que foram três casos no ano passado e dois em 2026. O município de Itapeva registrou dois casos, ambos no ano de 2025.

Quais cidades registraram casos em 2026?

Além de Pouso Alegre e Extrema, a Secretaria de Estado de Saúde informou que cinco municípios registraram uma notificação cada no ano de 2026: Andradas, Bom Repouso, Cambuí, Poços de Caldas e Santa Rita do Sapucaí.

Em relação ao ano de 2025, as cidades de Consolação, Estiva e Paraisópolis apresentaram uma notificação cada, mas não possuem registros em 2026 até o momento. Todos os demais municípios citados pela SES-MG nos dados oficiais registraram apenas uma notificação no período total.

Como prevenir a meningite meningocócica?

A principal forma de prevenção contra a doença é a vacinação. Por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), a vacina meningocócica C é oferecida a crianças de 3 e 5 meses de idade, com aplicação de reforço da vacina ACWY aos 12 meses.

A imunizante ACWY também está disponível para o público de adolescentes entre 11 e 14 anos. A transmissão da doença ocorre principalmente pelo contato com a saliva e secreções respiratórias de pessoas infectadas, especialmente em situações de contato próximo e prolongado.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.