Zema afirma que problemas de infraestrutura encarecem o agronegócio brasileiro
Candidato à Presidência visitou obras de ponte no Norte de Minas e destacou impacto dos custos logísticos para o setor.
Por Redação Diário Local
O candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta quinta-feira (27) que o agronegócio brasileiro enfrenta custos elevados devido à falta de infraestrutura logística no país. A declaração foi feita durante uma vistoria de obras no Norte de Minas Gerais.
Zema acompanhava o andamento da construção da ponte sobre o Rio São Francisco, que ligará os municípios de Pintópolis e São Francisco. Segundo o candidato, o setor produtivo é eficiente na produção, mas sofre com gargalos de escoamento.
Durante a agenda, ele destacou que a obra é fundamental para o desenvolvimento de uma nova fronteira agrícola na região. De acordo com o candidato, sem investimentos em infraestrutura é impossível garantir a competitividade das safras.
A construção da ponte, que teve início em 2022 durante a gestão de Zema no governo de Minas Gerais, tem previsão de conclusão para o início de 2027. O projeto visa reduzir o trajeto entre São Francisco e Pintópolis em mais de 2h40, conforme informações de sua campanha.
Como a obra impacta a logística local?
A nova ligação deve facilitar o transporte de produtos agrícolas, resolvendo uma demanda antiga da região. Zema afirmou que a construção da ponte sobre o Rio São Francisco é uma reivindicação que remonta à época do ex-presidente Juscelino Kubitschek.
O candidato relacionou o avanço da estrutura à expansão da produção no Norte de mineiro. Ele defendeu que a melhoria nos meios de transporte é essencial para que o escoamento das safras ocorra de forma mais eficiente.
Na vistoria, o ex-governador ressaltou o papel da infraestrutura para a economia regional. Para ele, a conclusão da obra representará um avanço significativo para a competitividade do agronegócio local.
A obra integra o cronograma de melhorias logísticas iniciadas no estado nos últimos anos. A estrutura deve integrar permanentemente as duas cidades, otimizando o fluxo de veículos e cargas na região do Rio São Francisco.
