Polícia Civil deflagra operação contra grupo suspeito de crimes violentos no sul da Bahia
Ação da Polícia Civil da Bahia busca cumprir mandados de prisão e apreensão por crimes como homicídio e extorsão
Por Redação Diário Local
A Polícia Civil da Bahia (PCBA) deflagrou, nesta quinta-feira (3), a Operação Doutor para desarticular uma organização criminosa suspeita de cometer uma série de crimes violentos no sul do estado. A ação cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão em municípios baianos e também em cidades de São Paulo (SP).
Segundo as investigações da PCBA, o grupo possui uma estrutura organizada com divisão de funções. Os suspeitos são apontados como envolvidos em crimes de tráfico de drogas, homicídios, roubos de veículos e de cargas, extorsão e lavagem de dinheiro.
A organização também é investigada por realizar a adulteração e o desmanche de veículos. Até o momento, as autoridades trabalham para identificar todos os integrantes e o alcance total das atividades ilícitas do grupo.
Áreas de atuação na região sul
As apurações indicam que a organização criminosa atuava principalmente em distritos da região sul da Bahia, como Banco Central, em Ilhéus, e Laje do Banco, em Aurelino Leal. O grupo também teria presença nos municípios de Ubaitaba, Gongogi e Maraú, entre outras localidades.
A operação é coordenada pela Diretoria Regional de Polícia do Interior (Dirpin/Sul) e pela 7ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (7ª Coorpin/Ilhéus). A ofensiva conta com o suporte de diversos grupos de apoio técnico e tático à investigação (GATTI).
Estão mobilizados os grupos GATTI/Sul, Costa do Cacau, Descobrimento, Costa do Dendê, Central e Pedra Branca para auxiliar no cumprimento dos mandados. A atuação busca cercar as ramificações criminosas em diferentes zonas de influência.
A ação policial conta ainda com a atuação integrada da Polícia Civil de São Paulo. A colaboração entre as forças de segurança dos dois estados é fundamental para o cumprimento das ordens judiciais em território paulista.
As investigações continuam em andamento para apurar a extensão dos danos causados pela organização e identificar novos possíveis envolvidos nos crimes de roubo e extorsão relatados pelas autoridades.
