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Segurança

Piloto incendeia avião vindo da Bolívia após interceptação da Força Aérea Brasileira em Mato Grosso

Aeronave que vinha da Bolívia foi interceptada pela Força Aérea Brasileira em Mato Grosso e o piloto fugiu após atear fogo ao avião.

Por Redação Diário Local

A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou um avião que voava de forma irregular no espaço aéreo de Mato Grosso nesta sexta-feira (25). Ao notar a aproximação de um caça da aeronáutica, o piloto realizou um pouso forçado, incendiou a aeronave e fugiu do local.

O avião, um modelo Cessna de cor branca, vinha da Bolívia e não possuía plano de voo nem matrícula identificada. A interceptação ocorreu em uma região próxima ao município de Juara, no estado de Mato Grosso.

A ação de policiamento foi coordenada pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) por meio das Medidas de Policiamento do Espaço Aéreo (Mpea). O objetivo da medida é coibir voos ilícitos através de ações integradas com órgãos de segurança pública.

Para realizar o monitoramento, a FAB utilizou um caça A-29 Super Tucano. A operação contou também com o suporte da aeronave E-99, que atua como avião-radar e possui sistemas capazes de detectar voos em baixas altitudes, inclusive em áreas remotas.

A atividade de interceptação foi acompanhada pelo piloto do caça e realizada em coordenação com a Polícia Federal (PF). O monitoramento visa identificar e combater incursões irregulares no território nacional.

De acordo com as informações da FAB, a aeronave Cessna foi localizada após o piloto ter provocado o incêndio para tentar evitar a captura. O paradeiro do piloto e a identificação da origem exata do voo seguem sob investigação.

O uso de tecnologias de radar, como a do E-99, é uma estratégia da Força Aérea para ampliar a vigilância sobre fronteiras e zonas de difícil acesso. O procedimento integra o esforço contínuo de controle do espaço aéreo brasileiro.

As autoridades de segurança seguem com os trabalhos de perícia e busca para apurar as circunstâncias da fuga e a natureza do voo irregular vindo da Bolívia.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.