Governo de SP estabelece fechamento preventivo de 12 parques diante de chuvas e ventanias
Medidas preventivas da Semil incluem o fechamento de unidades se houver previsão de chuva acima de 40 mm ou ventos de 40 km/h
Por Redação Diário Local
A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) de São Paulo estabeleceu protocolos preventivos para o fechamento de 12 parques urbanos em situações de eventos climáticos extremos. As medidas visam garantir a segurança de frequentadores diante de tempestades, ventos fortes e outras condições meteorológicas adversas.
De acordo com as novas diretrizes, os parques deverão ser fechados preventivamente caso haja previsão de chuva igual ou superior a 40 milímetros ou ventos com velocidade a partir de 40 km/h. A decisão será baseada em critérios técnicos, como dados pluviométricos, observações de campo e alertas emitidos pelo Sistema Estadual de Defesa Civil.
Segundo Ana Lúcia Seabra, diretora de Parques Urbanos da Semil, o objetivo é antecipar riscos e priorizar a segurança dos visitantes por meio de critérios técnicos para restringir o acesso ou fechar as unidades quando necessário.
Como funcionam os protocolos de segurança?
Caso o fechamento precise ocorrer durante o horário de funcionamento, as equipes responsáveis deverão orientar os visitantes a buscarem abrigos seguros. Em situações de redução de luminosidade, raios ou ventos intensos, a entrada poderá ser restringida e o acesso às trilhas poderá ser interrompido.
As equipes de monitoramento também devem verificar se todos os usuários deixaram o local antes da interdição total. O fechamento pode ser mantido no dia seguinte, dependendo da avaliação das condições do terreno, especialmente em casos de risco de quedas e escorregamentos.
Em parques lineares que não possuam portões ou cercas, a orientação é que os frequentadores deixem a área imediatamente caso a previsão atinja os limites de 40 mm de chuva ou 40 km/h de vento.
Operação contra o El Niño
As ações estão integradas à Operação SP Sempre Alerta – El Niño 2026/2027, iniciativa do governo de São Paulo lançada em 15 de outubro (quarta-feira). O programa substitui a antiga Operação Chuvas e foca no monitoramento permanente e na classificação de riscos em quatro níveis: verde (observação), amarelo (atenção), laranja (alerta) e vermelho (emergência).
As informações sobre o status de funcionamento das unidades devem ser divulgadas pelos canais oficiais da Semil e nos quadros de avisos de cada parque. As unidades contempladas incluem áreas da capital, como o Parque do Belém e o Parque da Juventude, além de cidades da Região Metropolitana, como Cotia, Carapicuíba, Embu-Guaçu, Santo André e Salesópolis.
