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Educação

Sepe realiza abraço simbólico em escola da Tijuca contra a violência nas unidades de ensino

Ato na Escola Municipal Orsina da Fonseca reuniu alunos e profissionais após esfaqueamento de professor em agosto

Por Redação Diário Local

O Sindicato dos Profissionais de Educação do Estado do Rio de Janeiro (Sepe) realizou, no início da tarde desta quinta-feira (3), um abraço simbólico na Escola Municipal Orsina da Fonseca, na Tijuca, Zona Norte do Rio. A mobilização reuniu alunos, profissionais da unidade, educadores e membros da direção do sindicato para protestar contra a violência no ambiente escolar.

Durante a ação, um cordão humano foi formado em frente à unidade de ensino. O objetivo do movimento foi manifestar um pedido pelo fim da violência e pela proteção dos profissionais que atuam na rede municipal.

A manifestação foi motivada por um ataque ocorrido no dia 10 de agosto (10), quando um professor foi esfaqueado por um aluno dentro da própria escola. Segundo informações do sindicato, o estudante foi contido por colegas, o que impediu que o ataque prosseguisse.

Aproveitando a troca de turno das aulas, os integrantes do Sepe distribuíram panfletos e adesivos para os presentes. A mobilização buscou dar visibilidade ao clima de insegurança relatado pela comunidade escolar.

Campanha de valorização

Durante o ato, o sindicato lançou oficialmente a campanha “Basta de violências contra quem educa!”. A iniciativa defende a valorização dos profissionais e o combate à precarização e ao adoecimento de quem trabalha nas escolas municipais.

De acordo com o Sepe, o foco da campanha é abordar as diferentes formas de violência que acontecem no cotidiano escolar, indo além dos episódios de agressão física.

A escola Orsina da Fonseca, local da mobilização, integra a rede de ensino da cidade do Rio de Janeiro. O movimento do sindicato busca pautar a segurança pública e o apoio psicológico aos educadores diante de episódios de violência extrema.

A ação termina nesta quinta-feira (3) com o reforço do pedido de melhorias nas condições de trabalho e de segurança nas unidades de ensino da região.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.