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Economia

Dow Jones Futuro sobe nesta quinta-feira (10) antes de dados de inflação nos EUA

Investidores aguardam índice de preços ao produtor (PPI) de agosto, que pode sinalizar trajetória da inflação e passos do Federal Reserve.

Por Redação Diário Local

Os índices futuros dos Estados Unidos operam em alta nesta quinta-feira (10), impulsionados pela expectativa do mercado quanto à divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) referente a agosto. O indicador é fundamental para que os investidores estimem a trajetória da inflação e antecipem possíveis movimentos de ajuste nas taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed).

No desempenho dos contratos futuros, o Dow Jones Futuro registrou valorização de 0,33%, enquanto o S&P 500 Futuro avançou 0,21%. Já o Nasdaq Futuro operou sem variações no início das negociações nesta quinta-feira (10).

No setor corporativo, o foco está nos resultados da Oracle, que devem ser divulgados após o fechamento do mercado hoje. Os dados são monitorados para aferir o ritmo dos investimentos e a demanda global por inteligência artificial (IA).

Além do PPI, o cenário econômico dos Estados Unidos depende de outros dados que serão publicados na manhã desta quinta-feira (10). O mercado aguarda os números de pedidos de seguro-desemprego semanais e o volume de vendas de casas usadas em agosto.

Na Europa, o clima é de cautela e falta de uma direção única. Os investidores aguardam a definição do Banco Central Europeu (BCE) sobre a taxa de juros, uma vez que o mercado já precifica um aumento e foca agora nas orientações sobre o futuro econômico do bloco.

Os mercados na Ásia-Pacífico apresentaram fechamentos mistos nesta quinta-feira (10). O Japão teve alta nos índices Nikkei 225 e Topix, que subiram 0,20% cada; já na China continental, o índice CSI 300 recuou 0,53%.

No mercado de commodities, o petróleo registrou alta devido ao aumento das tensões no Oriente Médio. O barril do tipo WTI subiu 0,51%, cotado a US$ 96,54, e o Brent avançou 0,44%, a US$ 101,66, após declarações do Irã sobre a escalada de hostilidades.

Em contrapartida, o minério de ferro fechou em queda pela segunda sessão consecutiva, atingindo o nível mais baixo em quase uma semana. A desvalorização reflete o receio de uma queda na demanda por parte da China, principal consumidora do metal, devido à redução das margens de lucro no setor siderúrgico chinês.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.