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Competitividade

Espírito Santo sobe para 5ª posição no ranking nacional de competitividade

Estado avançou duas posições e antecipa meta do Plano ES 500 Anos, superando Distrito Federal e Minas Gerais.

Por Redação Diário Local

O Espírito Santo avançou duas posições no ranking nacional de competitividade e alcançou a 5ª colocação em 2026. Segundo levantamento anual do Centro de Liderança Pública (CLP), o estado saiu da 7ª posição registrada em 2025 para ocupar o 5º lugar este ano, superando o Distrito Federal e Minas Gerais.

Com o novo posicionamento, o estado antecipa a meta estabelecida em seu Plano de Desenvolvimento de Longo Prazo, o ES 500 Anos. O planejamento tem horizonte até 2035 e estabelece como objetivo colocar o Espírito Santo entre os cinco estados mais competitivos do Brasil, utilizando o ranking do CLP como referência.

No levantamento de 2026, o Espírito Santo obteve 67,2 pontos, um crescimento de 6,6% em comparação aos 63,1 pontos obtidos em 2025. No topo da lista nacional, Santa Catarina ocupa a primeira posição com 87 pontos, seguida por São Paulo, que atingiu 80 pontos.

Quais pilares impulsionaram o avanço do estado?

Três pilares foram os principais responsáveis pela evolução do Espírito Santo no ranking: Segurança Pública, Eficiência da Máquina Pública e Capital Humano. Na área de Segurança Pública, o estado subiu quatro posições, saindo do 23º para o 19º lugar.

A Eficiência da Máquina Pública também apresentou crescimento de quatro posições, passando do 8º para o 4º lugar. Já o pilar de Capital Humano, que avalia a disponibilidade e a qualidade da força de trabalho, avançou três posições, saindo da 8ª para a 5ª colocação.

O estado também apresentou destaque na Solidez Fiscal, mantendo-se no topo do ranking com pontuação máxima. Em Infraestrutura, o Espírito Santo ocupou a segunda posição, e em Sustentabilidade Social, ficou na sétima colocação.

Onde o estado perdeu posições?

Apesar do avanço geral, houve recuo em alguns indicadores. No pilar de Sustentabilidade Ambiental, o estado caiu da 4ª para a 6ª posição. Na Educação, o recuo foi da 7ª para a 10ª colocação.

O pilar de Potencial de Mercado, que engloba variáveis econômicas como o tamanho do Produto Interno Bruto (PIB), também registrou queda, passando da 18ª para a 20ª posição. Entre os estados que apresentaram maior variação positiva de pontuação no período, o Amapá liderou com 26% de crescimento, seguido pelo Ceará com 20%.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.