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Liderança exige aprendizado contínuo para acompanhar mudanças da inteligência artificial, diz LinkedIn

Pesquisa do LinkedIn revela que 90% dos líderes afirmam que suas funções exigem desenvolvimento constante de competências.

Por Redação Diário Local

A experiência acumulada já não basta para acompanhar as transformações no mundo corporativo. Com a inteligência artificial alterando processos e a tomada de decisões, executivos precisam desenvolver novas habilidades para conduzir suas equipes.

Um levantamento divulgado pelo LinkedIn mostra que 90% dos profissionais de alta liderança afirmam que suas funções exigem o desenvolvimento contínuo de competências. O estudo ouviu 1.252 executivos, entre CEOs e diretores de áreas como recursos humanos, tecnologia e marketing, nos Estados Unidos, Reino Unido e Índia.

Os resultados indicam que a aprendizagem constante passou a integrar as expectativas sobre o exercício da liderança, especialmente devido à expansão da inteligência artificial.

Como a inteligência artificial cria novas funções?

A pesquisa aponta que 82% dos entrevistados afirmam que a tecnologia já está criando cargos que não existiam há alguns anos. Entre os exemplos citados estão funções ligadas à engenharia de inteligência artificial e à implementação responsável da tecnologia nas empresas.

Essa mudança exige que os líderes compreendam como essas soluções afetam as atividades e quais competências serão necessárias para as equipes. A decisão de incorporar novas tecnologias envolve avaliar processos que podem ser modificados e quais profissionais precisam de capacitação.

Apesar do interesse, o levantamento revela que ainda há dificuldade em antecipar os efeitos da tecnologia. Metade dos executivos consultados afirmou não ter visibilidade suficiente sobre os cargos e as capacidades que suas organizações precisarão no futuro.

Qual o papel do líder diante da nova tecnologia?

A falta de clareza sobre o futuro pode dificultar decisões sobre contratação, treinamento e distribuição de responsabilidades. Sem acompanhar as mudanças, empresas correm o risco de investir em soluções sem preparar o capital humano para operá-las.

Para quem ocupa posições de liderança, a atualização profissional envolve desenvolver repertório para avaliar aplicações, reconhecer as limitações da tecnologia e orientar o uso responsável das ferramentas. O conhecimento técnico necessário não precisa ser o de um especialista em programação, mas deve permitir que o executivo participe das decisões e faça perguntas pertinentes.

Na prática, esse processo de atualização pode incluir cursos, treinamentos, leitura de pesquisas e experimentação direta com recursos de inteligência artificial.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.