Ibovespa encerra com leve alta e apresenta sinais de fragilidade antes de sexta-feira (21)
Índice acumulou segundo avanço seguido, mas permanece abaixo de médias móveis e depende de volume para recuperação.
Por Redação Diário Local
O Ibovespa encerrou a última sessão com uma leve alta de 0,06%, aos 167.927 pontos, acumulando o segundo avanço consecutivo. Apesar do movimento positivo, o índice demonstrou fragilidade ao longo do pregão, terminando o dia distante da sua máxima de 169.752 pontos.
A oscilação do índice durante a sessão variou entre a mínima de 166.965 pontos e a máxima de 169.752 pontos. O resultado preserva a tentativa de recuperação após as quedas recentes, mas o cenário técnico ainda indica cautela.
Por que o Ibovespa apresenta fragilidade?
No gráfico diário, o índice permanece operando abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Mesmo com as duas altas consecutivas, o viés principal ainda é de baixa, e a consolidação de um movimento de recuperação dependerá do aumento do volume comprador.
Para ganhar força, o Ibovespa precisa superar a região das resistências situadas entre 168.630 e 174.030 pontos. Caso consiga ultrapassar essa faixa, os próximos alvos de valorização estariam em 180.680 e 187.780 pontos.
No sentido oposto, os suportes de acompanhamento estão em 164.835 e 161.745 pontos. A perda desses níveis pode recolocar o índice em um fluxo de queda, com possibilidade de correção até os 157.000 pontos.
O que esperar dos outros contratos?
Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a sessão de ontem (20) com queda de 0,03%, aos 170.990 pontos. O ativo encerrou praticamente estável, mas mantém um cenário de indefinição no curto prazo por operar entre as médias móveis.
Já os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, fecharam em alta de 0,27%, aos 5.207 pontos. O contrato retomou o fluxo positivo e encerrou acima das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos.
Por fim, os contratos futuros de Bitcoin (BITQ26), com vencimento em agosto, tiveram uma forte alta de 4,81%, fechando aos 378.460 pontos. O ativo avançou pela quarta sessão consecutiva, mas o índice de força relativa (IFR) em 74,87 pontos indica que o ativo está em região de sobrecompra, o que pode aumentar a chance de uma correção no curto prazo.
