Ibovespa fecha semana com nove quedas seguidas e dólar futuro avança 2,43%
Índice brasileiro acumula nove derrotas consecutivas e cai 3,23%, enquanto dólar futuro registra alta de 2,43% no período.
Por Redação Diário Local
O Ibovespa encerrou a última semana com sinais de fraqueza e acumulou nove quedas consecutivas. O índice recuou 3,23% no período, fechando aos 166.934 pontos.
A sequência de perdas coloca o índice abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, configuração que favorece a continuidade do fluxo de venda no curto prazo. Apesar do recuo, o Índice de Força Relativa (IFR) de 14 períodos, que marca 32,66 pontos, aproxima-se da zona de sobrevenda, condição que pode gerar um repique técnico.
Em 2026, o Ibovespa apresenta uma valorização acumulada de 3,61%, embora tenha perdido fôlego após atingir a máxima histórica de 199.354 pontos em abril.
O que esperar do movimento do dólar?
No mercado de câmbio, o dólar futuro apresentou força compradora e avançou 2,43% na última semana. O contrato encerrou a sessão aos 5.234 pontos, com alta de 0,58% na última movimentação.
O ativo superou as médias móveis de 9, 21 e 200 períodos e permanece acima delas, o que mantém a possibilidade de continuidade da alta. Para prolongar o movimento, o contrato precisa romper as resistências em 5.268,5 e 5.383,5 pontos.
Caso o ativo retome a trajetória de baixa, será necessário perder os suportes situados em 5.159 e 5.046 pontos.
Cenário nos mercados internacionais
No exterior, os principais índices dos Estados Unidos mantiveram o desempenho positivo. O S&P 500 renovou sua máxima histórica ao atingir os 7.815 pontos, acumulando alta de 4,09% em agosto.
A Nasdaq também registrou a terceira semana consecutiva de alta, apesar de um recuo de 0,28% na última sessão, fechando aos 26.729 pontos. O índice de tecnologia busca agora superar a marca de 27.190 pontos para avançar novos recordes.
No mercado de criptoativos, o Bitcoin segue operando de forma lateralizada, sem uma tendência definida no curto prazo. O ativo negocia abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos e permanece abaixo do patamar de US$ 70.000.
