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Economia

Mini-índice encerra sessão em queda de 1,39% com pressão vendedora e reação ao Copom

Contratos com vencimento em agosto fecharam em 175.825 pontos, pressionados por juros e cenário externo.

Por Redação Diário Local

Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão de quinta-feira (06) com queda de 1,39%, cotados a 175.825 pontos. O pregão foi dominado por uma forte pressão vendedora, acompanhando o recuo do Ibovespa, que fechou em queda de 1,23%, aos 175.546,36 pontos.

O desempenho negativo do índice principal foi impulsionado pela desvalorização de ações de bancos, varejistas e da Vale (VALE3). O mercado também reagiu com cautela ao comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), que reduziu a taxa Selic para 14% ao ano, mas manteve incertezas sobre os próximos passos da política monetária.

No cenário externo, as bolsas de Wall Street recuaram diante da possibilidade de alta dos juros nos Estados Unidos. Somado a isso, as incertezas sobre o conflito no Oriente Médio também afetaram o mercado internacional e impulsionaram a cotação do petróleo.

Para os operadores de mini-índice, a atenção permanece voltada para a reação ao Copom, o comportamento dos juros futuros e a volatilidade das bolsas norte-americanas. A divulgação de balanços corporativos, com destaque para a Petrobras (PETR3, PETR4), Vale e empresas do varejo, deve manter o contrato em estado de alerta.

Sob a ótica da análise técnica, o mini-índice apresenta fragilidade em diferentes tempos gráficos. Nos gráficos de 15 minutos e no diário, o ativo fechou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. No gráfico de 60 minutos, o cenário é ainda mais pressionado, com o fechamento abaixo das médias de 9, 21 e 200 períodos.

Para que a tendência de baixa se intensifique, o mercado observa o rompimento dos suportes em 175.550 e 174.945 pontos. Caso essas regiões sejam perdidas, o contrato pode buscar patamares entre 174.510 e 174.000 pontos, com alvos de longo prazo situados entre 173.500 e 173.070 pontos.

Em uma eventual reversão de fluxo, a retomada do movimento de alta dependerá da superação das resistências em 176.100 e 176.550 pontos. No gráfico de 60 minutos, o avanço exigirá volume suficiente para vencer os níveis de 177.115 e 178.435 pontos, buscando posteriormente a região de 180.720 pontos.

No gráfico diário, a recuperação da tendência compradora demanda um movimento mais expressivo. Para restabelecer o fluxo de alta, o mini-índice precisará superar a resistência técnica entre 179.715 e 180.670 pontos, visando objetivos iniciais acima de 183.925 pontos.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.