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Economia

Mini-índice (WINQ26) fecha em queda de 1,87% e sinaliza pressão vendedora para o curto prazo

Contratos com vencimento em agosto encerraram a última sessão em forte baixa, pressionados pelas novas tarifas dos Estados Unidos.

Por Redação Diário Local

Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão nesta quinta-feira (24) com uma queda de 1,87%, fechando aos 174.700 pontos. O movimento acompanha o desempenho do Ibovespa, que recuou 1,52% e atingiu a mínima do dia, pressionado pelo anúncio de novas tarifas comerciais pelos Estados Unidos.

Apesar do recuo nos contratos, o índice acumulou uma alta de 0,19% no fechamento da semana. O cenário externo também contribuiu para a volatilidade, com as bolsas globais operando sem uma direção única devido às tensões comerciais e aos conflitos no Oriente Médio.

Para os operadores do mercado, a pressão vendedora foi reforçada pela queda de ativos de peso, como Vale (VALE3), Petrobras (PETR3 e PETR4) e grandes instituições bancárias. Por outro lado, a baixa nos juros futuros trouxe um leve alívio ao mercado financeiro.

O que esperar do mini-índice no curto prazo?

Na análise técnica de curto prazo, baseada no gráfico de 15 minutos, o mini-índice encerrou a sessão com movimento negativo e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Esse desenho técnico indica que a pressão de venda deve persistir no curto prazo.

Para que a tendência de baixa se prolongue, o mercado precisa de um novo fluxo vendedor que rompa o suporte entre 174.245 e 173.500 pontos. Caso essa região seja perdida, o ativo pode buscar os níveis de 172.830 a 172.430 pontos, com alvos mais extensos entre 172.000 e 171.400 pontos.

Uma possível recuperação do contrato dependerá da entrada de força compradora para superar a resistência situada entre 175.240 e 175.495 pontos. Se houver o rompimento desse patamar, o mini-índice pode avançar para 176.135/176.585 pontos, com objetivos em 177.400/178.075 pontos.

Tendências nos gráficos diário e de 60 minutos

No gráfico diário, o contrato formou uma barra negativa relevante e encerrou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que amplia a cautela para os próximos dias. Para retomar a alta, o ativo precisará vencer a resistência estabelecida entre 175.940 e 180.670 pontos.

Se a queda continuar, o rompimento do suporte entre 173.500 e 172.000 pontos pode abrir caminho para que os preços busquem a região de 170.210 a 169.090 pontos. O Índice de Força Relativa (IFR) de 14 períodos encontra-se atualmente em 46,17, em zona neutra.

Já no gráfico de 60 minutos, o viés negativo é confirmado pelo fechamento abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Para reverter o cenário, o contrato exige volume suficiente para ultrapassar a resistência de 175.910/176.585 pontos, buscando níveis mais altos como 178.075 ou 180.670 pontos.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.