Produção industrial dos EUA cresce 0,2% em julho e fica abaixo do esperado por analistas
Dados do Federal Reserve mostram avanço de 0,2% no período, enquanto mercado previa crescimento de 0,3%.
Por Redação Diário Local
A produção industrial dos Estados Unidos registrou alta de 0,2% em julho em relação ao mês anterior, informou o Federal Reserve (Fed), o banco central do país, nesta terça-feira (18). O desempenho ficou ligeiramente abaixo das projeções do mercado, que estimavam um crescimento de 0,3% para o período.
Apesar de o resultado ter vindo abaixo do esperado por analistas, houve uma revisão positiva nos dados de junho. O avanço do setor no mês anterior, que havia sido registrado como 0,1% em relação a maio, foi ajustado para uma alta de 0,3%.
Os novos números do Fed trazem um cenário de ajuste nas estatísticas de atividade industrial norte-americana. A revisão para cima em junho sinaliza um ritmo de produção mais acelerado na transição de períodos do que o reportado inicialmente.
Além do volume produzido, o banco central também monitora o quanto as fábricas estão operando em relação ao seu potencial máximo. O indicador de utilização da capacidade instalada apresentou uma leve variação positiva nos últimos dois meses.
Como está a utilização da capacidade instalada?
A taxa de utilização da capacidade instalada subiu entre junho e julho, conforme os dados divulgados nesta terça-feira (18). O índice passou de 76,1% para 76,3% no intervalo entre os meses.
O pequeno aumento no percentual de uso das instalações mostra que a atividade industrial manteve uma ocupação estável no país. O acompanhamento desse indicador é fundamental para medir o nível de demanda e de eficiência do setor.
O levantamento detalhado do Federal Reserve serve como termômetro para a saúde econômica da indústria norte-americana. Os dados auxiliam na compreensão do ritmo de crescimento e na análise das condições de produção no país.
A divulgação dos dados ocorre em um momento de acompanhamento das métricas de atividade econômica para balizar as políticas monetárias. As revisões e os índices de utilização são componentes centrais dessa leitura macroeconômica.
