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Economia

Plataforma XP oferece CDBs com taxas de até 14,4% ao ano nesta segunda-feira (13)

Investidores encontram opções de CDB, LCI e LCA com rendimentos atrelados ao CDI, inflação e taxas prefixadas na plataforma.

Por Davy Albuquerque

O mercado de renda fixa oferece, nesta segunda-feira (13), opções de investimento com taxas de CDB prefixadas de até 14,4% ao ano para vencimentos superiores a 12 meses. A oferta de ativos na plataforma da XP inclui títulos atrelados ao CDI, à inflação (IPCA) e letras de crédito (LCI e LCA).

No segmento de Certificados de Depósito Bancário (CDBs), os títulos de inflação apresentam pagamentos de até IPCA + 8,35% para prazos acima de um ano. Já os modelos pós-fixados podem chegar a 106% do CDI para o mesmo período de vencimento.

Entre as opções específicas disponíveis, o CDB do Banco C6 Consignado S.A. apresenta taxa de 101% do CDI com vencimento previsto para julho de 2028. Outra alternativa listada é o CDB Fibra, que oferece IPCA + 8,35% com vencimento em julho de 2031.

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) possuem rendimentos prefixados de até 12% ao ano para o prazo de um ano. As opções pós-fixadas de LCI chegam a 81,5% do CDI para vencimentos acima de 12 meses, com destaque para a LCI CEF com vencimento em julho de 2028.

Já as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) contam com taxas atreladas à inflação de até IPCA + 6,18% para prazos superiores a um ano. No formato pós-fixado, as LCAs oferecem até 85,5% do CDI para vencimentos acima de 12 meses.

Por que as taxas de juros caíram?

O cenário de investimentos ocorre em um momento de queda nos juros futuros (DIs). Na última sexta-feira (10), os DIs registraram recuos de cerca de 20 pontos-base em diversos vencimentos após o IPCA de junho apresentar resultado abaixo das expectativas do mercado.

A inflação oficial (IPCA) subiu 0,16% em junho, valor inferior à projeção de 0,31%. Com a inflação acumulada em 12 meses em 4,64%, também abaixo do esperado, o resultado reforçou as apostas de novos cortes na taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na reunião de agosto.

A desaceleração da inflação foi percebida nos núcleos de preços, nos serviços e nos bens industriais. Esse movimento contribuiu para a queda do DI para janeiro de 2028, que recuou 19 pontos-base para 13,85%, acompanhando as expectativas de flexibilização monetária.

Revisado por Davy Albuquerque, editor responsável.