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Economia

XP oferece CDBs com taxas de até 13,5% ao ano nesta terça-feira (6)

Investidores encontram CDBs prefixados de 13,5% ao ano e títulos de inflação com IPCA+ 7,9% na plataforma da XP.

Por Redação Diário Local

O mercado de emissão bancária na plataforma da XP oferece, nesta terça-feira (6), títulos de CDB com taxas prefixadas de até 13,5% ao ano para vencimentos acima de 12 meses. As opções de investimento em renda fixa variam entre títulos atrelados à inflação, com rendimentos de até IPCA + 7,9%, e opções pós-fixadas que chegam a 102% do CDI em um ano.

No segmento de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), as taxas prefixadas atingem até 11,34% para o prazo de um ano. Já os títulos atrelados à inflação pagam até IPCA + 4,52% em 12 meses, enquanto as opções pós-fixadas oferecem até 87% do CDI para vencimentos acima de um ano.

As Letras de Crédito do Imobiliário (LCI) apresentam taxas prefixadas de até 10,4% para 12 meses. Para os títulos pós-fixados do setor imobiliário, o rendimento chega a 83,5% do CDI com vencimento em um ano.

Entre as opções individuais disponíveis na plataforma, o CDB do Banco XP registra taxa de 12,6% ao ano com vencimento em outubro de 2028. Já o CDB da Neon Financeira oferece rendimento de 104% do CDI para outubro de 2027.

Na categoria de letras de crédito, a LCA do BNDES apresenta taxa de 80,5% do CDI com vencimento em outubro de 2028. Para as LCIs, o Banco Inter disponibiliza rendimento de 84,5% do CDI para outubro de 2027.

Como as taxas de juros futuros reagiram?

As taxas de juros futuros fecharam a segunda-feira (5) em forte queda, motivadas pela reação do mercado financeiro ao resultado do primeiro turno da eleição presidencial. Os contratos de longo prazo recuaram mais de 1,30 ponto percentual após a votação de domingo (4).

No domingo (4), o senador Flávio Bolsonaro (PL) obteve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A queda nas taxas foi mais intensa nos prazos longos, que reagem às expectativas sobre as contas públicas e o controle de gastos.

No encerramento da segunda-feira (5), a taxa do DI para janeiro de 2028 caiu de 13,509% para 12,665%. Para o vencimento em janeiro de 2035, o índice recuou de 14,131% para 12,80%.

O cenário atual também traz para o mercado a possibilidade de um corte maior na taxa Selic em novembro. O trecho de curto prazo das taxas passou a indicar cerca de 15% de chance de o Banco Central adotar essa medida durante a próxima reunião.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.