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Economia

Lucro da Telefônica Brasil sobe 17% no segundo trimestre e chega a R$ 1,57 bilhão

Composta pela Vivo, a companhia registrou alta de 17% no lucro líquido e expansão na receita operacional líquida.

Por Redação Diário Local

O lucro líquido da Telefônica Brasil cresceu 17% no segundo trimestre de 2026 em comparação ao mesmo período de 2025, totalizando R$ 1,573 bilhão. O aumento foi resultado da expansão da receita em suas principais linhas de negócios combinada à manutenção de custos controlados.

A receita operacional líquida da companhia registrou alta de 7,6%, somando R$ 15,757 bilhões. O resultado foi impulsionado tanto pelo segmento móvel, que avançou 6,6%, quanto pelo segmento fixo, com crescimento de 6,0%.

A empresa reportou ainda que a receita proveniente de aparelhos e eletrônicos subiu 27,8%, alcançando R$ 1,048 bilhão. Os custos totais da operação subiram 5,3%, para R$ 9,177 bilhões, um ritmo inferior ao crescimento da receita.

Como funcionou o desempenho dos segmentos?

No segmento móvel, a receita líquida de serviço subiu 6,6%, chegando a R$ 10,183 bilhões. O número de clientes da área cresceu 2,6% em um ano, somando 105 milhões de usuários. Enquanto a receita de planos pós-pagos aumentou 7,9%, a de clientes pré-pagos recuou 1,3%.

A companhia atribuiu o desempenho do pós-pago à migração de clientes para planos de maior valor e à entrada de novos usuários. A receita média por usuário (Arpu) no pós-pago foi de R$ 53,9 por mês, uma alta de 0,8% na comparação anual.

No setor fixo, a receita cresceu 6,0%, totalizando R$ 4,527 bilhões. A rede de fibra ótica da operadora hoje cobre 32 milhões de domicílios, com um aumento de 6,4% em um ano, enquanto as casas conectadas chegaram a 8,2 milhões.

Investimentos e infraestrutura

A Telefônica Brasil destinou R$ 2,589 bilhões para investimentos no trimestre, um aumento de 6,1% em relação ao ano anterior. O foco incluiu a ampliação da cobertura 5G, que passou a atender 978 municípios após a adição de 325 cidades nos últimos 12 meses.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia subiu 10,9%, atingindo R$ 6,581 bilhões. A margem Ebitda também teve expansão de 1,3 ponto percentual, fixando-se em 41,8%.

A dívida líquida da Telefônica ao final do trimestre foi de R$ 10,998 bilhões, um crescimento de 3,5% na comparação anual. O fluxo de caixa livre atingiu R$ 2,661 bilhões, apresentando recuo de 10,7% na comparação com o mesmo período de 2025.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.