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Colômbia deixa o Grupo de Haia e critica posicionamento do órgão sobre Israel

O governo colombiano solicitou oficialmente a saída do grupo e rejeitou a abordagem de isolamento contra Israel, afirmou porta-voz.

Por Redação Diário Local

O governo da Colômbia anunciou nesta terça-feira (27) a sua retirada como Estado membro e copresidente do Grupo de Haia. A decisão oficial foi motivada pelo descontentamento do país com a postura do órgão em relação às ações de Israel.

O Grupo de Haia atua na defesa do direito internacional e no suporte a processos perante instâncias de justiça, incluindo o Tribunal Penal Internacional (TPI). O foco das atividades do grupo tem sido o monitoramento e a análise das ações militares e políticas de Israel.

Em vídeo divulgado nesta terça-feira (27) na rede social X, o porta-voz do governo colombiano, Miller Soto, formalizou o pedido de desligamento. Soto afirmou que a saída da Colômbia é uma resposta direta ao direcionamento adotado pela organização.

Segundo o porta-voz, a Colômbia rejeita a abordagem do Grupo de Haia por entender que a entidade foi criada com o intuito de isolar e atacar o Estado de Israel. Com a medida, o país deixa de ocupar também o cargo de copresidente da estrutura.

A retirada marca um posicionamento diplomático do governo colombiano frente às discussões de direito internacional que envolvem o conflito no Oriente Médio. A saída de um membro e copresidente altera a composição de liderança da entidade.

O Grupo de Haia segue focado na promoção e proteção dos processos internacionais e do direito humanitário global. A saída da Colômbia ocorre em um momento de intensas discussões sobre a atuação de tribunais internacionais em zonas de guerra.

Até o momento, não foram detalhados os próximos passos da diplomacia colombiana em relação a outros fóruns internacionais que tratam do tema. O governo busca reposicionar suas prioridades de cooperação jurídica e política externa.

A decisão também impacta a dinâmica de funcionamento do grupo, que perde um de seus principais articuladores na América Latina. A organização segue com seus processos de monitoramento das ações internacionais vigentes.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.