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Irã nega existência de plano para assassinar Barron Trump, filho de Donald Trump

Chefe de segurança iraniano classificou como mentira as notícias sobre suposto plano de assassinato contra o filho de Trump.

Por Redação Diário Local

O chefe de segurança do Irã, Mohsen Rezaei, negou que exista qualquer plano para assassinar Barron Trump, filho mais novo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo Rezaei, as notícias sobre uma possível ameaça contra o jovem são falsas.

A declaração foi feita durante uma entrevista concedida à emissora libanesa Al Manar TV nesta quinta-feira (27). O posicionamento do alto escalão iraniano ocorre após o caso ganhar repercussão internacional.

O Serviço Secreto dos Estados Unidos informou, nesta terça-feira (25), que já tinha conhecimento de um vídeo veiculado pela televisão estatal iraniana. As imagens mostravam discussões sobre um suposto plano para tirar a vida do filho do presidente norte-americano.

O monitoramento das ameaças contra membros da família Trump é realizado pelas autoridades de segurança estadunidenses devido ao alto nível de risco associado ao cargo presidencial.

O vídeo mencionado pelo Serviço Secreto foi transmitido pelos canais estatais do Irã, o que elevou a tensão diplomática sobre o tema. O conteúdo gerou alerta imediato entre as agências de inteligência dos EUA.

Até o momento, as autoridades de segurança dos Estados Unidos não detalharam o alcance ou a origem exata das discussões apresentadas na televisão iraniana. O foco tem sido a proteção da integridade física da família presidencial.

A negativa de Mohsen Rezaei busca desmentir a existência de uma conspiração coordenada por agentes do governo iraniano. O chefe de segurança manteve o posicionamento de que as informações não procedem.

O caso segue sendo acompanhado por órgãos de inteligência internacionais, que avaliam o impacto das comunicações estatais do Irã na segurança de autoridades estrangeiras.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.