Disputa pelo Governo do Espírito Santo tem cinco candidatos confirmados após convenções
Com o fim das convenções partidárias, o cenário eleitoral para o Palácio Anchieta está consolidado com cinco chapas na disputa.
Por Redação Diário Local
O cenário para a disputa pelo Governo do Espírito Santo foi consolidado com a confirmação de cinco candidatos após o encerramento das convenções partidárias nesta quarta-feira (5). As definições estabelecem as chapas que concorrerão pelo Palácio Anchieta.
O MDB oficializou a candidatura de Ricardo Ferraço para o governo do estado. O partido definiu o vereador de Vitória, Camilo Neves (PP), como seu candidato a vice na chapa. A convenção que confirmou o nome de Ferraço ocorreu no Matrix Music Hall, em Cariacica.
Quem são os candidatos confirmados?
Além de Ferraço, o ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), oficializou sua candidatura nesta terça-feira (4). A chapa de Pazolini ainda não possui um candidato a vice definido, embora o político tenha sinalizado abertura para uma colaboração com o PSD.
Guerino Zanon anunciou sua saída do PSD nesta quarta-feira (5) e declarou apoio a Pazolini. O candidato do Republicanos também deve contar com o apoio do PL no estado.
O Partido dos Trabalhadores (PT) volta a disputar o governo estadual após quatro anos. O partido lançou o deputado federal Helder Salomão, que terá a vereadora de São Mateus, Professora Valdirene (PT), como sua candidata a vice.
Estreias na disputa estadual
A Unidade Popular pelo Socialismo (UP) participa pela primeira vez da corrida pelo governo do estado. O partido lançou o servidor técnico-administrativo da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Rafael Demuner, com Dionary Sarmento (UP) como vice. A candidatura foi oficializada no último domingo (2), em Vitória.
O partido Missão também é estreante na disputa pelo Palácio Anchieta. A candidatura de Breno Barcelos foi lançada durante convenção realizada em 22 de julho. O engenheiro civil terá Victor Oliveira como candidato a vice.
O PSD decidiu adotar a neutralidade na disputa pelo governo estadual, não declarando apoio a nenhuma das chapas. A decisão ocorre após o ex-governador Paulo Hartung não disputar as eleições.
