Edinho Silva afirma que informações sobre economia do governo Lula são falsas
Presidente do PT afirma que ninguém está autorizado a falar sobre a política econômica do governo durante o processo de transição.
Por Redação Diário Local
O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, afirmou que informações sobre supostas decisões econômicas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva são falsas. O dirigente negou que o presidente tenha tomado medidas na área econômica de forma isolada ou por meio de conversas informais, classificando os relatos como 'plantação de notícias falsas'.
Segundo Silva, ninguém possui autorização para falar em nome de Lula durante o processo de transição para o próximo mandato do atual presidente. Ele defendeu que o uso de informações obtidas em caráter 'off' (sem identificação) sobre temas econômicos é uma prática inaceitável e prejudica o país.
O presidente do PT argumentou que o tipo de especulação que circula nos bastidores interessa a grupos que apostam contra o governo e contra o futuro do Brasil. Para o dirigente, tais movimentações buscam beneficiar especuladores e oportunistas do mercado financeiro.
A liderança do partido reiterou que a comunicação oficial em relação à política econômica do governo federal está centralizada. De acordo com Edinho Silva, o único porta-voz autorizado para tratar do tema é o ministro Dario Durigan.
Em declarações anteriores, Silva já havia pontuado que as especulações sobre a área econômica não colaboram com o cenário nacional. Para ele, o movimento de informações desencontradas serve apenas para alimentar interesses que atuam contra a gestão Lula.
O debate surge em um contexto de circulação de boatos sobre mudanças na condução econômica do governo. O dirigente do partido enfatizou que a tentativa de influenciar a agenda do presidente por meio de informações não confirmadas é uma estratégia para tentar governar em substituição ao mandatário eleito.
Silva reforçou a necessidade de que o jornalismo e os bastidores políticos respeitem a verdade dos fatos. Ele defendeu que o uso de interlocutores anônimos não deve servir como instrumento para definir preços na economia ou para promover mentiras interessadas.
O presidente do PT concluiu que o foco deve ser o cumprimento da agenda estabelecida pelo governo, evitando que a especulação de mercado interfira nos processos de decisão do Executivo federal.
