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Política

Lindbergh Farias nega ter pago comerciante para fabricar denúncia contra Alfredo Gaspar

Deputado classifica como fake news a alegação de que teria financiado denúncia falsa contra o político alagoano

Por Redação Diário Local

O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou, nesta terça-feira (11), que a alegação de que teria pago um comerciante para fabricar uma denúncia contra Alfredo Gaspar (PL-AL) é uma "fake news". O parlamentar classificou a acusação como uma "história absurda" e negou ter articulado qualquer fraude.

A reação de Lindbergh ocorre após a Câmara dos Deputados enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF) um relatório da Polícia Legislativa. O documento traz o depoimento de Luis Antonio Lopes, de 62 anos, que relatou um suposto plano para simular um crime de estupro contra o político alagoano.

Em publicação na rede social X, o vice-líder do governo no Congresso Nacional afirmou que a narrativa foi construída a partir da palavra de um "personagem" que o persegue há anos. Segundo o parlamentar, o relato faz parte de uma tentativa de grupos políticos de transformar uma mentira em prova.

Lindbergh declarou que pretende seguir enfrentando opositores com "fatos, provas e a verdade". O deputado reforçou que a história de que teria contratado terceiros para fabricar a denúncia não corresponde à realidade.

A investigação envolve o depoimento de Luis Antonio Lopes, proprietário de um quiosque no shopping Jardim Guadalupe, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com o relatório enviado à Suprema Corte, o comerciante afirmou que o plano previa o recrutamento de uma prestadora de serviços para simular o crime.

A suposta fraude envolveria Marcela Maria Mendes, prestadora de serviços de Luis Antonio. No depoimento, o comerciante relatou que ela deveria conceder entrevistas utilizando o pseudônimo "Jailma", fingindo ser a vítima do estupro de Alfredo Gaspar.

O caso tem origem em uma notícia apresentada por Lindbergh Farias e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) em 27 de março de 2026. Na ocasião, o parlamentar apresentou informações que apontavam Alfredo Gaspar como autor de estupro contra uma adolescente.

A denúncia inicial sustentava que Gaspar teria sido pai de uma criança fruto da suposta violência sexual. O processo agora segue sob análise do STF após o envio do conteúdo apurado pela Polícia Legislativa da Câmara.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.