Luciana Boiteux é a única candidata milionária do PSOL à Alerj, aponta DivulgaCand
Candidata do PSOL declarou R$ 4,6 milhões em bens, valor quase três vezes maior do que o registrado na eleição de 2024
Por Redação Diário Local
A candidata Luciana Boiteux é a única entre os 21 pré-candidatos do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) a declarar patrimônio milionário à Justiça Eleitoral. Segundo dados atualizados nesta segunda-feira (03) pelo portal DivulgaCand, Boiteux registrou bens que totalizam R$ 4.695.333,00 para o pleito de 2026.
O montante declarado representa um crescimento de quase três vezes e meia em comparação ao período da última eleição. Em 2024, quando disputou uma vaga na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, o patrimônio de Boiteux era de R$ 1.387.139,37.
Os números refletem a atualização das declarações de bens exigidas para os candidatos que disputarão cargos legislativos. A coleta de dados é parte do processo de transparência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Abaixo de Luciana Boiteux, a candidata do PSOL com o patrimônio mais expressivo é a atual deputada estadual Renata Souza. A parlamentar, que busca a reeleição para a Alerj, declarou possuir R$ 843.000,00 em bens para este ciclo eleitoral.
O valor registrado por Renata Souza apresenta uma leve redução quando comparado ao que foi informado na disputa de 2024. Naquela ocasião, a deputada concorreu ao cargo de vice-prefeita na chapa encabeçada por Tarcísio Motta, também pelo PSOL.
Na última eleição, a declaração de bens de Renata Souza somava R$ 844.190,75. A variação atual aponta para uma estabilidade no volume de ativos declarados pela parlamentar.
O PSOL conta, ao todo, com 21 candidatos inscritos para a Assembleia Legislativa (Alerj). A análise dos bens é uma das informações disponibilizadas para consulta pública durante as campanhas.
As informações sobre o patrimônio dos candidatos são fundamentais para o acompanhamento da evolução financeira dos políticos. Os dados consolidados permitem o controle do crescimento de bens entre um pleito e outro.
