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Mãe de Paulo Gustavo critica Flávio Bolsonaro e pede votos para Lula na disputa presidencial

Déa Lúcia Amaral relembrou a morte do filho por covid-19 e responsabilizou a gestão de Jair Bolsonaro pela demora nas vacinas

Por Redação Diário Local

A mãe do humorista Paulo Gustavo, Déa Lúcia Amaral, declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL) em vídeo publicado nas redes sociais do petista neste domingo (18). No registro, ela relembrou a morte do filho por complicações da covid-19 e responsabilizou a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro pela demora na chegada das vacinas contra a doença.

Déa afirmou que o imunizante deveria ter sido disponibilizado muito antes do período em que o humorista enfrentou a enfermidade. Segundo ela, Paulo Gustavo demonstrava preocupação com a pandemia e insistia na importância da imunização para a população.

“Essa vacina deveria ter vindo antes, muito tempo antes”, declarou a mãe do artista ao reproduzir falas do filho sobre a necessidade de vacinar. Ela afirmou que o governo da época foi negligente e que não houve tempo hábil para a proteção do humorista.

A mãe do comediante também manifestou indignação com a condução da pandemia pelo governo Bolsonaro. Ela relatou sentir raiva ao recordar momentos em que o então presidente fazia manifestações sobre a doença durante a crise sanitária.

Críticas ao senador Flávio Bolsonaro

Durante a gravação, Déa Lúcia Amaral direcionou ataques ao senador Flávio Bolsonaro, que é adversário de Lula na disputa presidencial de 2026. Ela classificou o parlamentar como um "retrocesso" e afirmou que o retorno ao modelo político anterior poderia prejudicar o futuro do país.

Ao comentar a disputa eleitoral, a mãe de Paulo Gustavo pediu a mobilização dos eleitores para votar no atual presidente. “A gente precisa sair de casa e votar. Vamos com Lula, gente, pelo amor de Deus!”, afirmou no vídeo.

Paulo Gustavo faleceu em 4 de maio de 2021, aos 42 anos. O humorista permaneceu internado por mais de 50 dias em decorrência de complicações causadas pela covid-19.

A morte do artista tornou-se um símbolo do impacto da pandemia no Brasil, e as declarações de Déa repercutiram no contexto das discussões sobre as políticas de saúde pública adotadas durante o período de maior circulação do vírus.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.