Mulheres conquistam 12 das 54 vagas em disputa no Senado nas eleições
Resultado das eleições deste domingo (4) elegeu 12 mulheres e representa a maior taxa de representatividade feminina na Casa desde 1994.
Por Redação Diário Local
As eleições realizadas neste domingo (04) elegeram 12 mulheres para o Senado Federal. O resultado representa 22% das 54 cadeiras em disputa e registra a maior taxa de representatividade feminina na Casa Alta desde 1994.
Com a nova composição, a bancada feminina deve passar de 15 para 18 integrantes em 2027. O aumento ocorre porque outras 6 senadoras já possuem mandatos que se estendem até 2031.
Entre as parlamentares eleitas estão Michelle Bolsonaro (PL), Bia Kicis (PL) e Marília Campos (PT). No total, 70 mulheres se candidataram ao Senado em 2026, o que corresponde a 22% das 318 candidaturas registradas para o cargo.
Uma mudança relevante no pleito foi a presença de candidaturas femininas em todas as unidades da Federação. Pela primeira vez desde 2014, todos os estados e o Distrito Federal tiveram ao menos uma mulher disputando uma vaga na Câmara Alta.
A renovação deste ano contempla dois terços do Senado. Em cada estado e no Distrito Federal, foram eleitos dois senadores para mandatos de oito anos, totalizando as 54 vagas em disputa.
As outras 27 cadeiras da Casa não passaram pelo processo de votação neste pleito. Esses assentos permanecem ocupados por parlamentares eleitos em 2022, cujos mandatos seguem válidos até 2031.
O primeiro turno das eleições de 2026 aconteceu neste domingo (04), com 158.745.463 eleitores aptos a votar. A votação definiu cargos para presidente, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais.
No sistema majoritário, os dois candidatos mais votados de cada unidade da federação garantem a vaga para o Senado. Já para a presidência e os governos estaduais, a eleição é decidida em turno único se algum candidato alcançar pelo menos 50% mais um dos votos válidos.
