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Eleições

Candidatos de Minas Gerais registram nomes inusitados para disputar eleições nas urnas

Lista de registros apresentados ao TSE revela apelidos e referências a personagens como Plínio Trump e Vovó Tsuname

Por Redação Diário Local

Candidatos que concorrem a vagas de deputado federal e estadual em Minas Gerais registraram nomes de urna inusitados para as eleições deste ano. A lista de registros apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) inclui apelidos, nomes profissionais e referências a personalidades conhecidas.

Entre os nomes que aparecem nos sistemas de registro estão Plínio Trump, Drácula, Teta do Salão, Vovó Tsuname e Menina da Bota. Os registros envolvem candidatos de diferentes partidos e regiões do estado.

Quem são os candidatos com nomes curiosos?

Plínio Vicentin Junior, candidato a deputado federal pelo Novo, registrou o nome de urna Plínio Trump. Segundo dados do TSE, ele declarou a ocupação de piloto de aviação comercial e navegador.

Na disputa pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), outros apelidos foram adotados. Ailton José Pereira, do Agir, deve aparecer como Drácula. Já Adilson de Oliveira, do MDB, utilizou o nome Adilson Pé de Chumbo.

O cabeleireiro Lucimar Carolino dos Santos, candidato a deputado federal pelo PSD, registrou o nome Teta do Salão. Outro registro é de Marcelo Gardenal, que concorre a deputado estadual pelo Avante.

Referências a redes sociais e personalidades

As candidaturas também trazem nomes vindos de redes sociais. Scheile Aparecida Soares Brandão, candidata a deputada estadual pelo Podemos, utilizou o nome Vovó Tsuname. Pericles D’Avila Bartholomeu, do PL, escolheu o nome Perinho da Tigresa.

A influenciadora Maria José Mendes, que disputa vaga de deputata federal pela federação União Brasil-PP, utiliza o nome Menina da Bota. Já o candidato Faustão, do PP, vincula seu nome ao apresentador de televisão.

Os registros de candidatura ainda passam por análise da Justiça Eleitoral. Quando o status aparece como “aguardando julgamento” no sistema do TSE, o candidato pode realizar campanha enquanto espera a decisão sobre o registro.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.