Flávio Bolsonaro tem 33% das intenções de voto em MS, ante 27% de Lula, diz Quaest
Levantamento da Quaest aponta Flávio Bolsonaro com 33% e Lula com 27% no primeiro turno em Mato Grosso do Sul.
Por Redação Diário Local
O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 33% das intenções de voto para a Presidência da República em Mato Grosso do Sul, ante 27% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no primeiro turno, aponta pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25).
O levantamento realizou entrevistas com 804 pessoas no estado entre os dias 21 e nesta segunda-feira (24). A margem de erro do estudo é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%.
Quais são os números para o primeiro turno?
No cenário atual, Flávio Bolsonaro aparece com 33% das intenções. O presidente Lula registra 27%. Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 5%, enquanto Renan Santos (Missão) tem 4%.
Outros candidatos registrados na pesquisa apresentam os seguintes percentuais: Augusto Cury (Avante) com 3%; Romeu Zema (Novo) com 2%; Samara Martins (UP) com 2% e Clariana Barão (DC) com 1%. Candidatos Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) tiveram 0%.
A soma de votos em branco, nulos ou pessoas que não pretendem votar é de 10%, enquanto 13% dos entrevistados declararam estar indecisos.
Como fica o cenário com Pablo Marçal?
Quando a pesquisa incluiu a participação de Pablo Marçal (PRTB), as intenções de Flávio Bolsonaro subiram para 35%. Lula permanece com 27%, e Marçal aparece com 5%.
Nesse cenário, Ronaldo Caiado (PSD) tem 4%, Renan Santos (Missão) tem 3% e Augusto Cury (Avante) tem 3%. Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) aparecem com 1% cada. Clariana Barão (DC) e outros candidatos citados anteriormente registraram 0%.
Os índices de brancos, nulos e não votantes caíram para 8% nesta simulação, e o grupo de indecisos manteve-se em 13%.
Como está a avaliação do governo?
Quanto à administração do presidente Lula, 55% dos participantes da pesquisa afirmaram desaprovar o governo, enquanto 39% declararam aprovação. Outros 6% não souberam responder ou não responderam.
Ao serem questionados sobre a avaliação geral da gestão, 46% dos entrevistados classificaram o governo como negativo. Os índices de avaliação regular e positiva foram de 26% para cada categoria, com 2% que não souberam responder.
