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Política

Romeu Zema critica programas sociais e afirma que benefícios criam 'geração de imprestáveis'

Candidato à Presidência defende que beneficiários de programas sociais sejam obrigados a aceitar empregos e propõe porta de saída estruturada.

Por Redação Diário Local

O candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) criticou, nesta segunda-feira (17), os atuais programas sociais do governo brasileiro. Durante evento em São Paulo, o ex-governador de Minas Gerais afirmou que os benefícios vigentes estão criando uma "geração de imprestáveis" que se recusa a buscar o mercado de trabalho formal.

A declaração foi feita pelo político durante a 27ª Conferência Anual Santander, realizada na capital paulista. Zema argumentou que muitos beneficiários optam pela informalidade, realizando apenas "bicos", e sustentou que esse comportamento está sendo transmitido entre gerações, de pai para filho.

Para o candidato, o modelo atual de assistência precisa de mudanças estruturais. Ele defendeu que os beneficiários dos programas sociais deveriam ter a obrigatoriedade de aceitar ofertas de emprego quando disponíveis.

Zema detalhou que a estratégia para enfrentar o problema está registrada em seu plano de governo. O projeto prevê a criação de uma "porta de saída estruturada" para quem recebe auxílios do Estado.

Como funciona a proposta de Zema?

A proposta apresentada pelo candidato visa conectar os beneficiários das políticas de assistência a oportunidades reais de inserção produtiva. O objetivo central é utilizar a capacitação profissional como ponte para o emprego formal.

Segundo o plano de governo do político, a ideia é que essa conexão entre auxílio e trabalho permita superar o ciclo da pobreza no Brasil. O mecanismo busca transformar o benefício em um estágio de transição para a autonomia financeira.

O candidato defende que a estrutura de capacitação deve caminhar junto com a oferta de postos de trabalho. Dessa forma, o suporte do governo não seria apenas uma transferência de renda, mas um incentivo à qualificação.

A plataforma política de Zema foca, portanto, na integração entre assistência social e mercado de trabalho. A meta descrita no plano é garantir que o beneficiário encontre meios de abandonar a dependência dos programas sociais por meio do emprego.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.