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Política

Ronaldo Caiado critica atuação do Itamaraty e diz que pretende resgatar diplomacia brasileira

Pré-candidato à Presidência afirma que a chancelaria funciona como um braço do PT e defende uso de ativos do país em negociações.

Por Redação Diário Local

O pré-candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, afirmou nesta terça-feira (28/07) que pretende reformular a condução da política externa brasileira caso seja eleito. O ex-governador de Goiás criticou a atuação do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), afirmando que o órgão funciona atualmente como um braço do Partido dos Trabalhadores (PT).

Caiado declarou que seu objetivo é "resgatar" a diplomacia brasileira e os profissionais que compõem a chancelaria. Segundo o político, o órgão deve voltar a ser uma fonte de orgulho para o país, deixando de atuar como um "apêndice petista", como classificou a gestão atual.

O pré-candidato defendeu que as negociações internacionais devem seguir a liturgia dos acordos mundiais. Para ele, os processos devem ser conduzidos pelos canais diplomáticos tradicionais, evitando confrontos públicos entre chefes de Estado.

Postura nas relações internacionais

Caiado criticou o que chamou de "baixaria" nas relações entre governos e defendeu que o presidente deve priorizar o diálogo em defesa dos interesses nacionais. O ex-governador afirmou que governar o país não deve ser comparado a uma "briga de rua".

O político ressaltou que, embora não deva haver subserviência, o governo precisa saber sentar à mesa de negociação. Segundo ele, o foco deve ser a discussão estratégica voltada para a abertura de mercados para o Brasil.

Uso de ativos estratégicos

Na avaliação de Caiado, o Brasil possui ativos importantes que podem fortalecer a posição do país em negociações com outras nações. Ele destacou que esses recursos devem ser utilizados como instrumentos de diálogo.

Entre os pontos de força citados pelo pré-candidato estão a produção agropecuária, a matriz energética renovável e a disponibilidade de minerais críticos. Para o político, a gestão desses temas é fundamental para consolidar a presença brasileira no cenário global.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.