Ronaldo Caiado apresenta plano de governo para a Saúde em São Paulo
O ex-governador de Goiás propõe modernização tecnológica do SUS e contou com a participação do médico Luiz Henrique Mandetta.
Por Redação Diário Local
O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), apresentou nesta terça-feira (18) seu plano de governo para a área da Saúde. Durante o evento, realizado na sede do PSD, em São Paulo, o candidato afirmou que tanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto o ex-senador Flávio Bolsonaro (PL) não possuem base política no Congresso para aprovar reformas.
Ao analisar o cenário político, Caiado declarou que qualquer governo composto por seus principais adversários carece de maioria parlamentar para construir mudanças estruturais no Legislativo. A fala ocorreu no contexto da divulgação de suas propostas para o setor público.
O plano para a Saúde foi elaborado com a participação do médico Luiz Henrique Mandetta (União Brasil), ex-ministro da pasta durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). O documento foca em pilares como a defesa da ciência, a promoção da vacinação e a modernização tecnológica do Sistema Único de Saúde (SUS).
Propostas para o SUS
Entre as medidas defendidas pelo ex-governador está o combate ao subfinanciamento da saúde pública. Caiado pretende implantar o monitoramento de doenças por meio de telemedicina para ampliar o alcance do atendimento.
O projeto também prevê a criação de um painel nacional de eficiência do SUS e a implementação de um prontuário eletrônico integrado. O objetivo é utilizar a estrutura tecnológica para otimizar a gestão e os serviços prestados à população.
Ciência e posicionamento político
Questionado sobre discursos negacionistas e a repercussão de teorias antivacinas, Caiado afirmou que tais posturas prejudicaram o desempenho político em 2022. O candidato declarou que enfrentará quem prioriza o "achismo" em vez de evidências científicas.
O ex-governador relembrou sua atuação durante a pandemia de Covid-19, afirmando que buscou garantir segurança aos cidadãos de Goiás e evitar tentativas de intimidação contra as ações do governo estadual na época.
