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Estados Unidos

Trump chama Xi Jinping de “amigo” e confirma visita do líder chinês aos EUA em setembro

O presidente norte-americano mudou o tom após acusar a China de interferência nas eleições de 2020 e manteve o encontro para setembro.

Por Redação Diário Local

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou o líder chinês, Xi Jinping, de “amigo” e confirmou que a visita do mandatário de Pequim a Washington permanece agendada para o final de setembro.

A declaração foi feita durante um jantar com jornalistas da Associação dos Jornalistas que fazem a Cobertura da Casa Branca (WHCA), em Washington. No evento, Trump mencionou que a visita de Xi Jinping deve ocorrer por volta do dia 24 de setembro (2026).

O tom descontraído da fala ocorreu pouco mais de uma semana após o presidente acusar a China de interferência nas eleições norte-americanas de 2020. Em 16 de julho (2026), Trump afirmou que o país asiático teria hackeado dados de 220 milhões de eleitores, utilizando o argumento para defender o Save America Act, projeto que exige prova de cidadania para o exercício do voto.

Mudança de postura e TikTok

Apesar das críticas recentes à China, Trump afirmou ter boa relação com Xi Jinping. Ao tratar da venda da plataforma TikTok pela empresa ByteDance, o presidente declarou que o líder chinês teria aprovado o negócio.

“Eu disse ao presidente Xi, com quem me dou muito bem, que ele havia recusado categoricamente a venda do TikTok. Gostaríamos muito que o senhor aprovasse o negócio. E ele disse: ‘tudo bem’. [...] Ele é meu amigo”, afirmou Trump durante o jantar.

O presidente também relatou que Xi Jinping teria elogiado os Estados Unidos durante uma visita de Estado do republicano à China. A posição de Pequim sobre as acusações de interferência eleitoral foi a de que o país mantém uma política de não intervenção nos assuntos internos de outras nações.

Histórico do evento

O jantar anual da WHCA é uma tradição política em Washington, mas a edição atual foi remarcada. O evento original foi interrompido em 25 de abril (2026), quando Cole Allen, de 31 anos, tentou invadir o Washington Hilton Hotel, onde o encontro era realizado.

Na ocasião, agentes do Serviço Secreto contiveram o homem armado, que enfrenta acusações de tentativa de assassinato do presidente e agressão a agente federal. Allen declarou-se inocente das acusações em 11 de maio (2026).

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.