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Saúde

Idosa de 72 anos questiona médicos após prótese ser implantada no joelho errado

Marilda da Silva, de 72 anos, questionou a equipe médica após cirurgia de implante de prótese no lado incorreto do corpo.

Por Redação Diário Local

Uma idosa de 72 anos, Marilda da Silva, questionou a atuação de uma equipe médica após sofrer um erro em um procedimento cirúrgico. Segundo o relato, uma prótese de joelho foi implantada no lado incorreto do corpo, no joelho direito, em vez do lado planejado para a intervenção.

O caso ocorreu durante uma cirurgia de implante de prótese, procedimento destinado a substituir a articulação desgastada. A paciente relatou que a aplicação do componente ocorreu de forma equivocada, o que gerou insegurança sobre os protocolos de segurança adotados durante a operação.

Marilda da Silva afirmou que a situação não poderia ter acontecido e demonstrou indignação com o erro cometido pela equipe responsável. O ocorrido levanta questionamentos sobre a conferência de dados e a marcação do local cirúrgico antes do início do procedimento.

Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre as medidas tomadas pela instituição de saúde ou sobre o estado de saúde atual da paciente após a correção ou o ocorrido.

O erro no posicionamento da prótese é considerado uma falha grave em procedimentos ortopédicos, que exigem confirmação rigorosa do membro a ser operado. A falha na lateralidade costuma ser evitada por protocolos de verificação pré-cirúrgica (time-out).

A idosa busca agora esclarecimentos sobre a conduta dos profissionais envolvidos no ato médico. O episódio expõe a necessidade de maior controle e rigor nos processos de segurança do paciente dentro do ambiente hospitalar.

A investigação sobre as circunstâncias que levaram ao erro e a responsabilidade da equipe médica deve determinar as providências cabíveis. A paciente manifestou seu descontentamento com os cuidados prestados durante todo o processo cirúrgico.

O caso reforça a importância da vigilância constante e do cumprimento de etapas de checagem para evitar eventos adversos em cirurgias eletivas. Novos desdobramentos sobre as justificativas do hospital ou dos médicos ainda são aguardados.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.