Diário Local
Agronegócio

Veiling de Holambra projeta receita de R$ 3 bilhões até 2030 com expansão para exportação

Cooperativa de origem holandesa planeja crescer 10% ao ano e focar na exportação de flores e plantas ornamentais.

Por Redação Diário Local

A cooperativa Veiling, sediada em Holambra (SP), estabeleceu um novo plano estratégico com o objetivo de alcançar uma receita de R$ 3 bilhões até o ano de 2030. A organização, que possui origem holandesa, definiu diretrizes para garantir a expansão de seus negócios na próxima década.

Para atingir o faturamento projetado, a cooperativa planeja manter um ritmo de crescimento constante de, no mínimo, 10% ao ano. O plano busca consolidar a presença da marca no setor de flores e plantas ornamentais por meio de novas frentes de atuação.

Uma das principais apostas do planejamento estratégico é a entrada no mercado internacional. A Veiling pretende focar esforços na exportação de flores e plantas ornamentais, buscando ampliar o alcance de seus produtos para além das fronteiras brasileiras.

O projeto de expansão visa diversificar as fontes de receita e fortalecer a estrutura da cooperativa. Com a nova meta, a organização busca aproveitar novas oportunidades de mercado e otimizar sua operação logística para atender à demanda crescente.

A trajetória da cooperativa é marcada pela herança holandesa, que influenciou o desenvolvimento do setor em Holambra. O novo horizonte estratégico busca unir essa tradição à necessidade de modernização e abertura de novos canais de venda.

O crescimento de 10% ao ano é o indicador central para monitorar o sucesso das novas iniciativas. O plano prevê uma atuação mais incisiva em frentes que conectem a produção local às necessidades de consumo global.

A meta de R$ 3 bilhões de receita até 2030 coloca a Veiling em uma posição de destaque no agronegócio de ornamentais. A estratégia é desenhada para sustentar a competitividade da cooperativa frente aos novos desafios do setor.

O detalhamento das ações para alcançar os novos patamares de faturamento deve acompanhar o cronograma de implementação das novas frentes de mercado, especialmente no que diz respeito à estruturação das exportações.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.