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Educação

Alunos denunciam infestação de ratos e problemas no muro de colégio na Tijuca

Estudantes do Colégio Estadual Antônio Prado Júnior relatam problemas de higiene e insegurança devido à interdição de entrada principal

Por Redação Diário Local

Alunos do Colégio Estadual Antônio Prado Júnior, localizado na Tijuca, Zona Norte do Rio, denunciam a presença frequente de ratos e problemas na estrutura física da unidade escolar. Estudantes e funcionários relatam que as condições de higiene e segurança geram preocupação e riscos à saúde de quem frequenta o local.

De acordo com relatos de estudantes, foram encontrados vestígios de animais, como fezes, em corredores e salas de aula. Uma representante estudantil afirmou que as condições de higiene motivaram o receio de consumir alimentos e água na escola, devido ao estado dos bebedouros e à preocupação com a limpeza do ambiente.

Sobre o controle de pragas, os alunos afirmam que uma dedetização realizada recentemente não surtiu efeito e que os animais retornaram logo após o procedimento. Segundo os relatos, os funcionários teriam limpado as dependências sem deixar o produto agir por tempo suficiente.

A aplicação do veneno também teria causado problemas imediatos. Devido ao cheiro forte do produto químico ainda no ar, alunos e funcionários passaram mal e precisaram deixar a unidade de ensino logo após a limpeza.

Problemas na estrutura e segurança

A unidade enfrenta também dificuldades de acesso devido a problemas estruturais. Um muro que já apresentava rachaduras ficou mais vulnerável após os fortes ventos registrados no final de julho (31) e precisou ser interditado preventivamente.

Com a interdição da entrada principal, os estudantes precisam utilizar um acesso alternativo para circular. Os alunos relatam que o uso dessa saída gera insegurança, pois a região é apontada por eles como um local com muitos relatos de assaltos.

Resposta da Secretaria de Educação

A Secretaria de Estado de Educação informou que a interdição do muro foi uma medida preventiva após os ventos registrados no dia 29 de julho (29). Segundo a pasta, a Defesa Civil realizou uma vistoria e confirmou que não há risco de queda da estrutura.

A secretaria afirmou que o recurso necessário para o reparo do muro já foi aprovado e será liberado o quanto antes, garantindo que a escola segue funcionando normalmente. Sobre a presença de ratos, a pasta declarou que mantém a desratização em dia, mas que fará uma aplicação de reforço.

De acordo com a Secretaria, a questão dos roedores estaria relacionada ao acúmulo de lixo descartado em um terreno abandonado localizado nas proximidades da unidade escolar.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.