Acusados de matar servidor do Ibram com três tiros vão a júri popular em Brazlândia
Brendo Washington e Edicarlos Santos são investigados pelo assassinato de Caio Augusto de Souza, ocorrido em março de 2024.
Por Redação Diário Local
Os réus Brendo Washington Souza Santos e Edicarlos Santos Lima da Silva vão a júri popular nesta terça-feira (1º) em Brazlândia (DF). A dupla é acusada de assassinar Caio Augusto de Souza, servidor do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), em março de 2024.
O julgamento está marcado para as 9h no Tribunal do Júri de Brazlândia. A sessão havia sido adiada anteriormente por dificuldades na logística de escolta de policiais penais para conduzir os acusados.
As investigações apontam que o homicídio ocorreu na noite de 8 de março de 2024. Na ocasião, a vítima estacionou um carro Corsa vermelho em frente à residência de uma amiga com a intenção de sair com a mulher.
De acordo com o que foi apurado, a mulher teria recusado o convite de Caio, pois já havia combinado um encontro com um dos acusados. Enquanto a vítima permanecia no local, Brendo e Edicarlos teriam chegado à região.
Relatos indicam que os acusados aguardaram dentro de um Honda Civic cinza, de faróis apagados, observando a movimentação. No momento em que Caio saiu do imóvel conduzindo o veículo, os suspeitos se aproximaram e efetuaram três disparos de arma de fogo.
A vítima morreu no local após os disparos. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) sustenta que a ação foi premeditada e caracteriza homicídio qualificado por motivo torpe, motivado por ciúmes, e pelo uso de emboscada.
Brendo Washington ficou foragido por mais de um mês antes de ser preso, em 29 de abril de 2024, em um hotel em Águas Lindas (GO). Segundo as diligências, ele utilizava uma identidade falsa e apresentou uma CNH digital de terceiros para realizar a hospedagem.
Na época da prisão, o investigado também efetuou o pagamento da estadia utilizando uma chave Pix de outra pessoa. O segundo acusado, Edicarlos Santos Lima da Silva, foi alvo de condenação em outubro de 2025, após o encerramento das investigações.
