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Segurança

Polícia Civil apreende mais de 700 papelotes de cocaína em operação em Taiobeiras

Ação no bairro Vila Formosa resultou na prisão de um jovem de 18 anos e na apreensão de ecstasy e outros materiais.

Por Redação Diário Local

Um jovem de 18 anos foi preso em flagrante por suspeita de tráfico de drogas nesta sexta-feira (23), em Taiobeiras, no Norte de Minas. A ação da Polícia Civil resultou na apreensão de mais de 700 papelotes de cocaína e outros entorpecentes no bairro Vila Formosa.

A operação foi realizada por policiais civis da 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil após o serviço de inteligência da corporação monitorar o suspeito. O acompanhamento foi motivado por informações sobre o possível envolvimento do rapaz com o comércio ilegal de substâncias.

Durante as diligências, os investigadores abordaram o jovem e realizaram buscas em uma residência na região. No imóvel, o suspeito informou aos policiais que havia drogas armazenadas.

No local, os agentes encontraram mais de 700 papelotes de cocaína, dez pinos da mesma substância e outros dois invólucros de cocaína. A lista de materiais apreendidos inclui ainda nove unidades de ecstasy e um cigarro de maconha.

Além dos entorpecentes, a polícia recolheu uma balança de precisão e um celular. Durante a vistoria, os policiais também localizaram uma embalagem a vácuo com inscrições e imagens relacionadas às bandeiras da Bolívia e do Peru.

O delegado Thiago Cavalcante afirmou que a procedência das drogas será investigada pela Polícia Civil. Ele ressaltou que, apesar dos símbolos encontrados na embalagem, não há elementos que permitam afirmar, até o momento, a existência de tráfico internacional de drogas.

A investigação também busca apurar a possível participação de outras pessoas na distribuição dos materiais. Segundo o delegado, o volume de entorpecentes apreendido demonstra a importância das diligências no enfrentamento ao crime.

O jovem foi encaminhado para a unidade policial para as providências legais cabíveis. As investigações seguem em curso para esclarecer a origem dos entorpecentes e identificar outros envolvidos na atividade criminosa.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.