B&T XP mira faturamento de R$ 500 milhões e quer ampliar atuação em pequenas e médias empresas
Com movimentação de R$ 156 bilhões em três anos, companhia busca crescer entre empresas de médio porte e ampliar presença em estados.
Por Redação Diário Local
A B&T XP estabeleceu a meta de atingir um faturamento de R$ 500 milhões nos próximos cinco anos. A companhia pretende focar sua estratégia no atendimento a pequenas e médias empresas (PMEs), especialmente aquelas com faturamento anual entre R$ 50 milhões e R$ 500 milhões.
A empresa, que iniciou atividades em 1993 como uma corretora de câmbio no Rio de Janeiro, busca utilizar sua experiência no setor para oferecer suporte técnico em gestão financeira. O modelo de atuação é comparado ao de uma diretoria financeira terceirizada, auxiliando em demandas de câmbio, investimentos e gestão de recursos.
No ciclo de 2025 a 2026, a B&T XP alcançou o primeiro lugar no ranking E20, voltado ao segmento de empresas, e a terceira posição no G20, que avalia o desempenho de assessorias dentro da rede XP. A integração com a XP, formalizada em 2024, permitiu a ampliação da oferta de produtos e serviços financeiros.
Como funciona o plano de expansão?
O planejamento estratégico da companhia para o próximo quinquênio inclui aumentar a equipe comercial em 200%. Além do faturamento, a meta é conquistar 10 mil novos clientes e elevar os recursos sob custódia de aproximadamente R$ 400 milhões para R$ 4 bilhões.
A presença geográfica da empresa também deve crescer. Atualmente operando em cinco estados brasileiros e com atuação nos Estados Unidos, a B&T XP planeja expandir sua operação para oito estados brasileiros.
A companhia também busca implementar uma cultura de partnership, modelo que visa alinhar os profissionais aos resultados e à participação no negócio.
Qual o desempenho recente da empresa?
Nos últimos três anos, a B&T XP registrou a movimentação de R$ 156 bilhões em mais de 190 mil operações. O volume de novos clientes no mesmo período foi de mais de 7 mil.
No recorte ampliado dos últimos cinco anos, a empresa informa ter realizado mais de 313 mil operações, totalizando um volume financeiro superior a R$ 245 bilhões.
Atualmente, a assessoria de investimentos representa uma parte crescente do negócio, com recursos sob custódia próximos de R$ 400 milhões. A projeção é que esse valor alcance entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões até o fim de 2026.
