Cultura do Rio autoriza captação de R$ 24,8 milhões para projetos de música e dança
Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa aprovou 24 projetos que agora podem buscar incentivos fiscais na iniciativa privada.
Por Redação Diário Local
A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro publicou a lista oficial de projetos contemplados com a Certificação de Mérito Cultural. Na área de Música e Dança, 24 projetos foram aprovados, totalizando R$ 24,8 milhões autorizados para a busca de apoio financeiro por meio de incentivos fiscais.
A nova relação amplia o montante de autorizações de captação feitas pela pasta durante o ano. Em junho, por exemplo, 13 projetos de diferentes segmentos culturais também receberam o aval para buscar recursos, em uma rodada que permitiu a captação de mais de R$ 21 milhões.
A lista atual contempla desde grandes festivais do calendário cultural fluminense até projetos sociais de formação musical e celebrações comunitárias. O objetivo é permitir que os produtores busquem o suporte necessário junto à iniciativa privada.
Maiores projetos autorizados
Entre as iniciativas que receberam os maiores valores para captação estão o Rio Bossa Nossa 2027 e o Orquestra Light da Rocinha – Ano III. Ambos os projetos estão autorizados a captar R$ 3 milhões cada.
Na sequência dos valores mais expressivos, aparece o Arraiá ICAIS, que teve R$ 2,2 milhões aprovados para busca de patrocínio. O montante será destinado ao fomento das atividades previstas no cronograma do evento.
É importante destacar que a emissão da autorização pela Secretaria não significa que os recursos já tenham sido efetivamente arrecadados pelos organizadores. A certificação funciona como um habilitador para a captação.
Com a Certificação de Mérito Cultural, os responsáveis pelas iniciativas ficam devidamente credenciados para buscar empresas interessadas em apoiar o setor cultural. O processo ocorre por meio dos mecanismos de incentivo fiscal previstos na legislação.
As autorizações permitem que o setor utilize o incentivo fiscal como ferramenta de viabilização econômica. Dessa forma, empresas podem destinar parte de seus impostos diretamente para o fomento de projetos aprovados pelo Estado.
