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Economia

Dólar fecha a segunda-feira (3) com alta de 0,38% e atinge R$ 5,08

A moeda norte-americana encerrou o dia com leve valorização, influenciada pela atuação de importadores no Brasil e desdobramentos no mercado de ienes.

Por Redação Diário Local

O dólar à vista encerrou a segunda-feira (3) com alta de 0,38%, cotado a R$ 5,0877. A valorização da moeda norte-americana foi impulsionada pela atuação de importadores na compra da divisa no Brasil e pelo cenário internacional envolvendo intervenções no iene e expectativas de acordos no Oriente Médio.

No acumulado do ano, a moeda americana apresenta uma queda de 7,31%. Apesar da leve alta no fechamento do câmbio comercial, o índice do dólar apresentou pouca variação durante o pregão, ignorando o movimento de baixa nos preços do petróleo.

No mercado futuro da B3, o contrato para setembro, que é o mais líquido do momento, operava com alta de 0,06%, cotado a R$ 5,1200 às 17h07 desta segunda-feira (3).

O cenário externo influenciou o comportamento dos investidores, que aguardam a divulgação de dados de emprego nos Estados Unidos. Os indicadores, previstos para o final da semana, devem fornecer novos sinais sobre a possível trajetória das taxas de juros americanas.

Além disso, o mercado acompanhou o desdobramento da intervenção conjunta realizada pelos Estados Unidos e pelo Japão no iene. O movimento dessas economias busca estabilidade cambial e impacta o fluxo de capitais globais.

No setor de energia, os preços do petróleo registraram forte desvalorização nesta segunda-feira (3). O movimento foi acelerado após o anúncio de uma nova rodada de negociações entre os Estados Unidos e o Irã.

A expectativa de que os dois países possam chegar a um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz aumentou o otimismo no setor. A medida pode facilitar o fluxo de suprimentos e reduzir a pressão sobre os preços do barril.

O mercado financeiro segue monitorando a relação entre as movimentações geopolíticas no Oriente Médio e a volatilidade das commodities, que impactam diretamente a cotação de moedas emergentes como o real.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.