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Economia

Mega-Sena tem prêmio de R$ 41 milhões e simulação mostra ganhos em diferentes investimentos

Com prêmio estimado em R$ 41 milhões, simulação aponta que CDB de bancos médios oferece maior retorno que a poupança.

Por Redação Diário Local

O concurso 3053 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (3), tem prêmio estimado em R$ 41 milhões. Uma simulação de rendimentos feita pelo estrategista Michael Viriato, da Casa do Investidor, comparou quanto esse valor renderia em diferentes aplicações financeiras, levando em conta a taxa básica de juros atual de 14%.

O levantamento aponta que a poupança apresenta o menor retorno financeiro, tanto no curto quanto no longo prazo. Caso o ganhador aplique o prêmio integral nesse modelo, o rendimento seria de pouco mais de R$ 272 mil em um mês e de R$ 3,5 milhões após um ano.

Por outro lado, o estudo indica que a melhor opção de investimento para o montante seria o Certificado de Depósito Bancário (CDB) de bancos médios, com remuneração de 110% do CDI. Nessa modalidade, os R$ 41 milhões renderiam R$ 391 mil em apenas um mês e chegariam a R$ 5 milhões após um ano.

Quais são as outras opções de investimento?

O estudo também detalhou os ganhos previstos para fundos DI e para o Tesouro Direto, especificamente no título pós-fixado Tesouro Selic. Ambos os tipos de aplicação acompanham o CDI e a taxa Selic, respectivamente.

As projeções apresentadas para essas modalidades já consideram os rendimentos líquidos. Isso significa que os valores já levam em conta o desconto do Imposto de Renda que incide sobre os ganhos, com exceção da poupança, que permanece livre de cobranças.

Para o cálculo de fundos DI e Tesouro Selic, foram aplicadas taxas de administração de 0,5% e 0,2%, respectivamente. O levantamento ressalta, no entanto, que essas cobranças podem variar dependendo da corretora ou da instituição financeira escolhida.

O sorteio da Mega-Sena está programado para as 21h, no Espaço da Sorte, em São Paulo. A transmissão oficial será realizada ao vivo pelas redes sociais da Caixa Econômica Federal.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.