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Economia

Mini-índice encerra oito dias de queda e busca suporte em 170 mil pontos nesta quinta-feira (13)

Contratos com vencimento em outubro fecharam em queda de 0,83% e testam níveis de sobrevenda técnica.

Por Redação Diário Local

Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, registraram o oitavo recuo consecutivo na última sessão de quarta-feira (12), fechando com queda de 0,83% aos 170.430 pontos. O movimento acompanha a trajetória do Ibovespa, que recuou 0,23% e atingiu 167.491,07 pontos, completando sete dias seguidos de perdas.

O principal índice da Bolsa brasileira ainda não registrou valorização no mês de agosto. O cenário de cautela no mercado doméstico é alimentado pelo rebaixamento do Brasil pelo JPMorgan, além da expectativa de maior volatilidade no cenário eleitoral e sinais de desaceleração da atividade econômica.

Outros fatores que pressionam os ativos incluem a predominância de alta nos juros futuros e o desempenho de grandes empresas. Na última sessão, a Vale (VALE3) avançou 0,79% e ajudou a limitar as perdas, enquanto a Petrobras (PETR3 e PETR4) e os principais bancos exerceram pressão negativa sobre o índice.

Para o pregão desta quinta-feira (13), a Pesquisa Mensal do Comércio deve atuar como o principal indicador doméstico, podendo trazer novos sinais sobre o ritmo da economia do país. O mercado também monitora o comportamento das blue chips para determinar se o mini-índice encontrará espaço para um repique ou se o fluxo vendedor irá se prolongar.

O que os gráficos indicam para o mini-índice?

Sob a ótica da análise técnica, o contrato apresenta uma estrutura fragilizada em diferentes tempos gráficos. No gráfico de 15 minutos, o mini-índice encerrou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça a pressão vendedora. Para que o movimento de baixa continue, é necessário o rompimento dos suportes localizados entre 170.225 e 169.920 pontos.

Caso essa faixa de suporte seja perdida, o contrato pode buscar patamares ainda menores, com alvos em 169.575 e 169.070 pontos. Em uma extensão maior do movimento descendente, os alvos técnicos podem chegar a 168.260 e 167.720 pontos.

No gráfico diário, o distanciamento das médias móveis e a proximidade da zona de sobrevenda técnica podem favorecer recuperações pontuais. O Índice de Força Relativa (IFR) de 14 períodos está em 31,99 pontos, indicando que o ativo está próximo de uma região de excesso de vendas.

Para retomar o fluxo de alta no gráfico diário, o mini-índice precisará superar a resistência na faixa de 176.200 a 179.080 pontos. Por outro lado, a continuidade da queda dependerá do rompimento do suporte em 170.225/168.260 pontos, com possibilidade de recuo em direção a 165.250 ou até 158.715 pontos.

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.