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Economia

Fundo imobiliário MXRF11 atinge marca de 1,5 milhão de cotistas em julho

Fundo Maxi Renda registrou avanço de 23,8 mil novos investidores e concluiu emissão de R$ 1 bilhão no período.

Por Redação Diário Local

O fundo imobiliário MXRF11 (Maxi Renda) ultrapassou a marca de 1,5 milhão de cotistas em julho de 2026. De acordo com o relatório gerencial do período, o MXRF11 encerrou o mês com 1.509.087 investidores, atingindo um novo patamar histórico.

O número representa um avanço de aproximadamente 23,8 mil novos investidores em comparação a junho, quando a base de cotistas era de 1.485.336. O crescimento ocorreu no mesmo mês em que o fundo concluiu sua 12ª emissão de cotas, operação que movimentou cerca de R$ 1 bilhão.

A conclusão da emissão impulsionou o volume de ativos do fundo. O número de cotas saltou de 460,3 milhões para 567,2 milhões em apenas um mês, o que representa uma adição de cerca de 106,9 milhões de novas cotas no período.

O patrimônio líquido do MXRF11 também apresentou expansão significativa. O valor subiu de R$ 4,25 bilhões, registrado em junho, para R$ 5,25 bilhões ao final de julho. O valor patrimonial por cota fechou o mês em R$ 9,26.

Distribuição de proventos

Mesmo com a forte expansão da sua estrutura, a distribuição de dividendos aos investidores ficou em R$ 0,10 por cota em julho. O resultado caixa do fundo no período foi de R$ 42,29 milhões, o equivalente a R$ 0,092 por cota.

O fundo encerrou o mês com uma reserva acumulada de R$ 22,19 milhões. O montante é mantido conforme a estratégia de gestão para servir como uma margem de segurança.

Essa reserva acumulada pode ser utilizada para garantir a manutenção das distribuições de proventos nos períodos futuros. O objetivo é oferecer maior previsibilidade aos investidores diante das variações do mercado.

O movimento de crescimento do MXRF11, um dos maiores fundos imobiliários do Brasil, reflete o impacto direto da última captação de recursos. A operação de emissão de cotas foi o principal motor para o aumento do patrimônio e da base de investidores em julho (2026).

Produzido pela redação do Diário Local com apoio de automação editorial, sob curadoria e revisão de Davy Albuquerque, editor responsável.